quinta-feira, 31 de março de 2011

Casal homossexual quer fechar igreja por acusação de homofobia (Esta história têm alguma coisa estranha - a Intolerância da Ditadura Gay contra cristãos no Brasil está piorando)

Casal homossexual quer fechar igreja por acusação de homofobia

O consultor Carlos Roberto Neher, de 44 anos, e o auxiliar-administrativo Thiago André Santos da Rocha, 23, que mantém união estável há cinco anos, vão entrar na Justiça para tentar fechar a igreja evangélica Esperança Viva, de Mogi das Cruzes (SP). Eles acusam os representantes da instituição de homofobia, ameaça e invasão de domicílio.

Neher e Rocha moravam em Porto Alegre e, há três meses, vieram morar em Mogi, segundo eles, a pedido de um representante da igreja. "Fomos convidados para ajudar em uma comunidade terapêutica. Largamos tudo para nos dedicarmos a esse programa e o combinado era que tivéssemos uma casa aqui em Mogi para morar", explicou Neher.

Assim que o casal chegou à cidade, em janeiro, foi morar no sítio Xangrilá. No entanto, no início de março, o pastor teria informado que eles passariam a morar em outro imóvel, com outros funcionários e dependentes químicos. "Eles sempre souberam que nós tínhamos uma união estável. Quando deixei isso mais claro ainda, praticamente nos expulsaram de lá".

Ontem, o casal e o advogado Eduardo Piza Gomes de Mello foram até o 2° DP, em Brás Cubas, onde entregaram a representação contra os representantes da instituição. "Também vamos entrar com uma representação na Secretaria de Justiça para pedir a suspensão das atividades clínicas e da igreja. Podemos fazer isso com base em uma lei que diz que, quando a instituição pratica atos de discriminação em relação à orientação sexual, está sujeita a multas e suspensão das atividades", explicou o advogado.

Data: 31/3/2011 09:05:24

Fonte: Mogi News

Fonte: http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=13098

Aqueles que atacam as pessoas com opiniões contrárias ao comportamento homossexual estão violando o direito à liberdade de expressão. Santa Sé denuncia na ONU violações à liberdade de expressão.

Santa Sé denuncia na ONU violações à liberdade de expressão

O representante da Santa Sé junto à ONU em Genebra, Dom Silvano Tomasi, disse na última terça-feira, 22, que aqueles que atacam as pessoas com opiniões contrárias ao comportamento homossexual estão violando o direito à liberdade de expressão.

Dom Tomasi afirmou que a Igreja não justifica, em nenhum caso, a violência contra qualquer pessoa em razão de suas preferências ou comportamentos sexuais. Mas advertiu que não são justificados os ataques contra os que se opõem a certos comportamentos sexuais, em virtude da liberdade de expressão e de crença.

O prelado falou durante a discussão do item 8, “orientação sexual”, na 16ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos, demonstrando sua preocupação com a “tendência preocupante” de “atacar as pessoas por adotarem posições que não apoiam o comportamento sexual entre pessoas do mesmo sexo”.

“Quando elas expressam suas crenças morais ou suas crenças sobre a natureza humana, que também podem ser manifestações de crenças religiosas ou visões do Estado sobre as afirmações científicas, são estigmatizadas, ou pior: insultadas e perseguidas. A Santa Sé aproveita esta oportunidade para afirmar a dignidade e o valor de todos os seres humanos, e para condenar a violência contra as pessoas por causa de seus sentimentos, pensamentos ou condutas sexuais”, afirmou Dom Tomasi.

O prelado disse que está havendo uma “confusão desnecessária”, sobre o significado do termo “orientação sexual”, uma expressão que, nos termos do direito internacional atual, refere-se a “sentimentos e pensamentos” e não a “condutas”.

“Para os fins da legislação de direitos humanos, há uma diferença fundamental entre os sentimentos e pensamentos, por um lado, e comportamento, por outro. Um Estado nunca deveria punir uma pessoa ou privá-la de exercer qualquer direito humano baseando-se unicamente nos sentimentos ou pensamentos dessa pessoa, incluindo os sexuais.”

Ele disse ainda que a Santa Sé “pretende afirmar a sua profunda convicção de que a sexualidade humana é um dom que se expressa de maneira genuína na entrega completa, para toda a vida, de um homem e uma mulher, no casamento”.

“Negar a dimensão moral da sexualidade leva a uma negação da liberdade da pessoa nesta matéria e, finalmente, mina a sua dignidade ontológica. Esta crença na natureza humana é também partilhada por muitas outras comunidades religiosas e outras pessoas”, concluiu o prelado.

Fonte: http://blog.cancaonova.com/pelomundo/2011/03/santa-se-denuncia-na-onu-violacoes-a-liberdade-de-expressao/  

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PARA PENSAR:

Prof. Luis Cavalcante - http://luis-cavalcante.blogspot.com/

"(...) nosso plano deve ser guardar a PALAVRA DO SENHOR no recôndito de nossa mente; pois este discuro sobre a abem-aventurança (Salmo 119) tem por seu clímax o testemunho do SENHOR, e unicamente pela comunhão diária com ELE, mediante sua PALAVRA, é que podemos nutrir a esperança de aprender seu caminho, ser purifificados de toda mácula e esforçar-nos por andar em seus estatutos. Tomando como ponto de partida esta exposição sobre a bem-aventurança, visualizamos o caminho para ela, e sabemos onde sua lei pode ser encontrada. Oremos para que, prosseguindo em nossa meditação, desenvolvamos o hábito de andar em obediência, e por fim sintamos a bem-aventurança da qual lemos aqui." - SPURGEON, Charles Haddon. Salmo 119: O alfabeto de Ouro. São Paulo: Edições Parakletos, 2001.

quarta-feira, 30 de março de 2011

"Gays, cidadãos superiores no Brasil?"


Nessa semana fiquei pasmo com declarações que vi num programa de entrevistas, numa TV à cabo em São Paulo, a qual não merece a minha propaganda.

Um grupo de deputados numa mesa redonda, num debate com o entrevistador, sendo o foco desse debate a presença de um homossexual que havia sendo agredido na rua.

Não entrando no mérito de ser deplorável qualquer agressão ao ser humano; após o relato da agressão pelo homossexual entrevistado, quase todos os deputados expuseram exaltadamente, projetos que propunham penas especiais e pesadíssimas à agressão contra homossexuais.

Pronto! Pode parar por aí!

Quer dizer então que por eles, estariamos criando uma casta de cidadãos especiais perante as leis?

Se eu ou qualquer outro cidadão não homossexual sofrermos agressões físicas injustificadas, recorreriamos à cobertura legal sobre lesões corporais vigentes na lei penal.

Mas, já no conceito desses deputados (e alguns como gays assumidos), leis especiais deveriam ser implementadas para atenderem à “comunidade” gay.

Somos ou não somos todos iguais perante a Lei?

O que faz com que homossexuais mereçam um tratamento legal especial?

Seria o simples fato de praticarem sexo anal como prática sexual? Ou de atritarem mútuamente suas genitálias femininas no caso de lésbicas?

São essas práticas que os tornariam superiores e diferenciados juridicamente, perante os demais cidadãos brasileiros?

Que outras mais então?

Recentemente um episódio lamentável ocorreu no Paraná, onde um gay adentrou ao plenário da Câmara Municipal em sessão, vestido apenas de calcinha, promovendo uma parada gay local e reinvidicando mais direitos.

Vejam a gravidade do ocorrido: Qualquer cidadão comum, homem ou mulher, que se despir em local público, pode ser detido e processado por atentado ao pudor, segundo o código penal vigente no Brasil.

Esse gay, porém, além de desfilar de calcinha no plenário, exibindo uma placa de divulgação do evento, não foi seque autuado na forma da lei, sendo dispensado sob grande onstrangimento dos parlamentares.

Por quê isso? Cidadão superior?

Alguém já viu em passeatas do tipo “Salvem a Mata Atlântica” ou “Marcha para Jesus”, ser necessário a distribuição maciça de folhetos orientando ao correto uso de seringas de injeção para drogas, ou mesmo, a distribuição de seringas descartáveis para drogas, como prevenção à AIDS?

Não, nunca se viu isso nessas passeatas.

Mas, em todas as “Paradas Gays”, a distribuição desses folhetos e seringas é maciça.

Porquê será?

Isso por si só, já identifica à todos o nível de qualidade e de caracteristica de comportamento desses cidadãos, que aparentemente se pretendem especiais perante à Lei, conforme propõem as suas lideranças.

As distorções pró-homossexualidade nas programações das Tvs chegam a ser maciças, onde homens vestidos de mulher são apresentados em diversas novelas de uma mesma emissora, como algo “muito natural no dia a dia de todos nós”.

Pergunto: Quantos de nós convivem diáriamente em seu trabalho, escola ou em casa, com homens vestidos de mulher? Ou mulheres vestidas como homens?

Uma minoria absoluta com certeza.

Diante dessas distorções intencionais, e da maciça divulgação televisiva de práticas e comportamentos homossexuais ao público, em novelas, mini-séries e realityes shows, devemos nos manter alertas como cidadãos.

E contra todas as investidas que se levantem contra a igualdade de todos perante as leis, a qual constitui-se num dos pilares da Democracia.

Fonte: http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=40841

Malafaia, “homofobia” e apoio cristão

Mesmo com suas imperfeições, Silas Malafaia está fazendo muito mais pela defesa da família do que seus piores críticos. Aliás, o primeiro requisito do testemunho acusatório é que o acusador tenha reputação acima de dúvidas.

Noticiei recentemente que a Justiça brasileira está investigando Silas Malafaia por "homofobia" - como se criticar o homossexualismo fosse algum crime previsto na legislação brasileira.

Há uma paranoia de motivação exclusivamente ideológica de usar o termo "homofobia" para perseguir os cristãos. Teoricamente, dizem que "homofobia" é agredir homossexuais, mas esse termo é abundantemente usado para ameaçar quem nada tem a ver com violência: cristãos pacíficos que pregam o que Deus diz sobre homens fazendo sexo com outros homens. Esses cristãos nunca maltratariam uma mosca, mas mesmo assim são acusados de "homofóbicos", sendo covardemente igualados a assassinos ou agressores de homossexuais.

É essa igualação lunática que Silas Malafaia e muitos outros cristãos estão sofrendo - inclusive eu. Entretanto, nem eu, nem Silas Malafaia somos culpados de agredir ou matar homossexuais. Mas os ativistas gays e seus aliados marxistas estão tão desesperados para aprovar o PLC 122 que lançam toda e qualquer acusação contra os que se opõem à sodomia.

Mesmo antes da aprovação do PLC 122, eles demonstram ódio e agressividade contra os cristãos, linchando o nome e a reputação de todos os que não se prostram diante da sacrossanta sodomia. Suas atitudes violentas não deixam a menor dúvida de que, depois de aprovado, eles usarão o PLC 122 como carta branca para impor sua ditadura gay e para praticar uma inquisição legal e moral. (Veja neste vídeo as ameaças do PLC 122: http://www.youtube.com/watch?v=7vvdpiQDQLI )

É por isso que Silas Malafaia e outros cristãos precisam de apoio contra as acusações de "homofobia". Essas acusações difamatórias e maldosas colocam em perigo a todos nós.

Contudo, neste calor da batalha, muitos cristãos perguntam: "Como posso apoiar Silas quando alguns de seus programas apresentaram pastores americanos que prometeram bênçãos em troca de altas ofertas?" Outros questionam o destino dessas ofertas e o caríssimo jatinho que Silas comprou.

Não tenho respostas perfeitas, nem concordo com esse tipo de negociação religiosa.

Mas reconheço que mesmo com suas imperfeições, Malafaia está fazendo muito mais pela defesa da família do que seus piores críticos. Aliás, o primeiro requisito do testemunho acusatório é que o acusador tenha reputação acima de dúvidas.

Necessariamente, para ter credibilidade, o acusador precisa ter caráter idôneo e íntegro.

O maior crítico de Malafaia, Caio Fábio, tem um histórico de vida manchado por escândalos familiares, sexuais e financeiros - e vive hoje uma vida regalada às custas de adeptos religiosos que cegamente o seguem e servem.

Além disso, há outra questão que me mostrou, em nível pessoal, a falta de credibilidade do maior crítico de Malafaia. Quando me atacou num vídeo, Caio Fábio disse sobre mim coisas que nunca se passaram na minha vida. A fofoca e a mentira se manifestam como um monstro incontrolável no "ministério" dele. De forma oposta, Malafaia não ocupa seu programa de TV tentando bancar o rei das fofocas - trono já ocupado por seu maior opositor.

No entanto, para evitar outros críticos e manter um bom testemunho, se eu fosse Malafaia, não permitiria mais que nenhum pastor americano prometesse milagres em troca de dinheiro em meu programa de TV. Eu também venderia o jatinho.

Os ativistas gays não podem acusá-lo de "corrupto", pois o governo federal vem engordando os grupos homossexuais com verbas recheadas de dinheiro vindo diretamente do nosso bolso. A diferença é clara: se o programa de Malafaia promete milagre em troca de oferta, você não é obrigado a dar. Se você não der, não haverá intimação nem prisão.

Em contraste, se o governo disser que vai dar verbas milionárias para grupos homossexuais, você não tem o direito nem a liberdade de dizer: "Não com o meu dinheiro! Não quero que o meu imposto seja usado para essa sujeira!" Se você se recusar a entregar seu dinheiro ao governo, você ganhará cadeia.

Se você se recusar a dar uma oferta a Malafaia, você jamais será preso. Você pode dizer a ele a hora que quiser: "Não com meu dinheiro!" Você tem o direito e a liberdade de recusar tantas vezes quantas quiser. Mas no caso do governo e suas verbas gays, uma simples e única recusa pode lhe custar caro, pois você não tem nenhuma liberdade nem direito de recusar financiar grupos homossexuais quando o governo assim decide.

A vasta maioria dos cristãos nunca deu um centavo para Malafaia. Mas todos eles, inclusive seus críticos, já deram e estão dando muito dinheiro - através de impostos - para paradas gays, kits gays e para a compra de gel lubrificante para sexo anal.

As despesas dos ativistas gays aos cofres públicos não param. O jornalista Matthew Hoffman revela uma dessas despesas:

O Senado do Brasil recentemente aprovou um enorme orçamento de 300 milhões de reais para combater a "homofobia", um termo que inclui críticas ao estilo de vida homossexual.

As verbas serão gastas como parte de um programa homossexualista nacional do governo, "Brasil Sem Homofobia", que canaliza parte do dinheiro diretamente para organizações homossexuais.

As verbas também deverão ser usadas para custear iniciativas legislativas para criar direitos especiais para os homossexuais no Brasil. Uma iniciativa tal, a "Lei da Homofobia", também conhecida como PLC 122/06, tornará crime criticar a conduta homossexual no Brasil.

Adivinhe quem está pagando involuntariamente a conta dos 300 milhões de reais? Se você citou Luiz Mott, o rei do movimento homossexual brasileiro, errou.

Portanto, aqueles que são duros com Malafaia, por causa de dinheiro que ele não força ninguém a dar nem o usa para promover orgias homossexuais, deveriam ser muito mais duros com o governo, que nos força a dar dinheiro e o usa para todos os tipos de orgias.

Aqueles que o atacam deveriam se perguntar: será que tenho feito mais do que ele para defender a família?

Quem em toda a televisão brasileira tem atacado o PLC 122 mais do que ele? (Veja aqui neste vídeo a excelente participação dele no programa do Ratinho: http://www.youtube.com/watch?v=fN8S5I9ZYQ4)

Os evangélicos progressistas, adeptos da Teologia da Libertação, também não podem acusar Malafaia de "corrupto", pois eles mesmos ajudaram a colocar no governo o PT, que tanto tem roubado da população para ajudar os "pobres" homossexuais com paradas gays, kits gays e para a compra de gel lubrificante para sexo anal. Além disso, nunca conheci um evangélico progressista que não fosse, em menor ou maior grau, favorável ao PLC 122.

Repito: Não concordo com Malafaia na questão financeira, mas concordo com a defesa da família - uma defesa que seus críticos não têm mostrado.

Espero que ele se conserte na questão financeira - e também na questão política, inclusive se desfazendo de conexões políticas impróprias a um cristão. Espero também que ele não faça como a IURD.

Recordo que no começo da década de 1990, a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), seguidora da Teologia da Prosperidade, era uma grande combatente contra o aborto e contra o PT. Depois, a IURD pró-vida se deixou seduzir pelo esquerdismo e entrou para o rebanho dos evangélicos progressistas. Hoje, a IURD e seu fundador são grandes defensores do aborto e do PT.

A IURD voltou atrás. Espero que Malafaia não faça o mesmo.

Seja como for, você não precisa apoiar a Teologia da Prosperidade de Malafaia. Eu pelo menos não apoio.

Você não é obrigado a dar nenhuma oferta exorbitante ao programa de TV dele. Eu nunca dei.

Você também não precisa apoiá-lo em suas escolhas políticas pessoais. Quando ele apoiou Lula e Serra nas eleições passadas, eu não o segui. Não concordo com suas ligações políticas. Mas, pelo menos na questão da família, ele tem acertado, e por isso eu o apoio.

Que todos aqueles que criticam Malafaia busquem a hombridade de fazer muito mais do que ele tem feito. Que eles façam defesas da família. Que eles façam oposição forte à agenda do aborto e do homossexualismo. Que eles façam tudo o que ele já fez em programas tais como o do Ratinho.

Mesmo tendo muitas divergências com Malafaia, não é hora de criticá-lo, mas de apoiá-lo em sua postura cristã sobre a homossexualidade, pois se a "homofobia" pode ser usada como arma de repressão contra ele, pode também ser usada contra qualquer um de nós.

por JÚLIO SEVERO - http://juliosevero.blogspot.com/

Fonte: http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/11953-malafaia-homofobia-e-apoio-cristao.html

sábado, 26 de março de 2011

INTOLERÂNCIA HOMOSSEXUAL E SEU TERRORISMO: O ataque ao aplicativo de iPhone

O ataque ao aplicativo de iPhone
Chuck Colson

23 de março de 2011 (Breakpoint.org/Notícias Pró-Família) — A maior ameaça à liberdade religiosa e à liberdade de expressão nos Estados Unidos está atacando de novo. Não estou falando sobre o extremismo islâmico ou os novos ateus. Não, por mais perigosas que essas ideologias anticristãs sejam para nossas liberdades, elas ficam agora numa posição secundária diante dos ataques desumanos e metódicos perpetrados pelos grupos gays contra qualquer pessoa que discorde deles.

Permita-me explicar. No ano passado, você recordará que criamos um aplicativo de iPhone para a Declaração de Manhattan. O aplicativo permitiria que os usuários lessem, assinassem e divulgassem a Declaração de Manhattan e sua defesa da vida humana, casamento tradicional e liberdade religiosa. A Apple havia dito que o aplicativo “não tinha nenhum material desagradável”.

Mas quando um grupo que apoia o tão chamado “casamento gay” protestou que a Declaração estava promovendo “ódio” e “homofobia” e era “contra os homossexuais” (o que não é verdade), a Apple removeu o aplicativo de sua loja de iPhone.

Desde então venho alertando vocês que a Declaração de Manhattan foi apenas o primeiro alvo dos grupos gays. Agora eles têm outro: Exodus International, um ministério cristão que tem como objetivo livrar as pessoas da homossexualidade. Agora, a Apple removeu o aplicativo do Exodus International de sua loja de aplicativos.

Uma organização esquerdista chamada Change.org colocou enorme pressão na Apple para suspender o aplicativo do Exodus. Mas antes mesmo de chegar a essa fase, Change.org se engajou no que posso descrever como uma violenta campanha difamatória. Eis o que disseram, e eu cito: “A mensagem do Exodus é abominável e intolerante. Eles… usam táticas de medo, desinformação, estereótipos e distorções da vida LGBT para recrutar clientes”. Caso você não esteja acostumado com essa terminologia, LGBT significa lésbicas, gays, bissexuais e “transgêneros”.

Enquanto isso, um comentarista chamou o Exodus de “grupo fanático”. Outro disse que era “tão perigoso para o Cristianismo quanto a al-Qaeda é para o islamismo”. Esse tipo de calúnia seria motivo para rir se não fosse tão perigoso. Está muito longe do discurso cívico tolerante que todos temos sido incentivados a usar.

É óbvio que Change.org e grupos semelhantes não se importam com discurso civilizado e tolerante. Eles simplesmente querem erradicar qualquer discurso que critique seu modo de vida, por mais gentil e respeitosa que seja a crítica, e eles farão ou dirão quase qualquer coisa para impor a vontade deles — tudo no nome da tolerância!

E agora, aos olhos deles e ao que tudo indica também aos olhos da Apple, é proibido não só defender o casamento tradicional, mas também ajudar as pessoas que não mais querem viver um estilo de vida homossexual. Qual é o grito de guerra deles agora? “Quando alguém é gay, nós o faremos ficar gay para sempre”?

Alguns poderão dizer que a perda do aplicativo de iPhone para o Exodus International não é motivo para grande preocupação — exatamente como ocorreu quando a Apple baniu o aplicativo da Declaração de Manhattan!

Mas o problema não tem a ver apenas com aplicativos. Tem a ver com liberdade de expressão, a competência de participar na esfera pública das ideias. Os grupos gays estão mostrando seus dentes afiados. Obter vitórias nos tribunais ou nas assembleias legislativas não é suficiente para eles. Eles querem silenciar, sim, destruir aqueles que não concordam com sua agenda. Por isso, eles fazem os grupos cristãos e empresas americanas de alvos de seus ataques.

Há sinais claros de que algo muito ruim está para acontecer, gente. Por amor à liberdade religiosa e à liberdade de expressão, é nossa obrigação não ficar de boca fechada. Não nessa questão, ou em qualquer questão que ameace a liberdade de expressão e a liberdade religiosa.

Este artigo foi reproduzido com a permissão de www.breakpoint.org

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Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/iphone-app-attack

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Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/2011/03/o-ataque-ao-aplicativo-de-iphone.html

INTOLERÂNCIA HOMOSSEXUAL: Legitimar todas as formas de família e destruir o padrão de família natural

Estatuto de destruição: O Estatuto das Famílias pretende regulamentar e legitimar todas as formas de família e destruir o padrão de família natural

Julio Severo

Salvar um bebê de perigos e ameaças é verdadeiramente um ato de bondade que só merece elogios. Homens e mulheres que praticam tais atos são dignos de nosso respeito.

O promotor da Vara e Infância da Juventude de São José do Rio Preto, Cláudio Santos de Moraes, teve tal atitude heróica: Ele fez pedido à Justiça para que um bebê fosse tirado das mãos de um “casal” homossexual em São José do Rio Preto.

O promotor entendeu que não seria justo deixar o bebê com um “casal” anormal. Ele disse: “Então, se é anormal, não vejo porque correr o risco. A criança não é um tubo de ensaio para participar de uma experiência para saber se vai dar certo. Se essa criança tem hoje a oportunidade de ter uma família convencional, uma família normal, como as outras, por que arriscar e deixá-la numa situação que pode submetê-la a vários constrangimentos?”

Milhares de casais normais lutam, com suor e lágrimas, para adotar uma criança e enfrentam filas de dificuldades e burocracia. Por isso, não há motivo algum para se entregar um bebê inocente em adoção a homens que praticam atos homossexuais. E há motivos de sobra para se empenhar em resgatar um bebê de um padrão de vida totalmente anormal e sujeito a ameaças à saúde física, psicológica, moral, etc. Todos os bebês têm o direito a uma família minimamente normal.

Guerra ideológica contra a família natural

Portanto, o promotor acertou na decisão. Ele colocou o bem-estar do bebê acima das ideologias politicamente corretas. Não é de surpreender então que ele tenha sido criticado pela mídia esquerdista. Fazendo coro, a representante do Conselho Tutelar local se opôs à atitude do promotor, dizendo: “A criança precisa de amor e o seu desenvolvimento não necessariamente precisa seguir padrões de comportamento obsoletos”. Isto é, bebês não precisam de um pai e mãe amorosos. Eles podem, de acordo com a funcionária estatal, ser criados por dois homens que vivem uma sexualidade desviada, anormal e imoral, sem condição alguma de garantir o pleno desenvolvimento da sexualidade de uma criança.

Não se pode esquecer que a missão principal do Conselho Tutelar é defender o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que garante impunidade a estupradores e assassinos menores de idade. É patente então que o objetivo desses conselhos não é o bem-estar, mas instituir padrões anormais de vida.

A reação da funcionária do Estado é perfeitamente normal. O governo Lula e o PT são autores de muitas leis e projetos que ameaçam a família, com ampliação de “direitos” de abortar, praticar atos homossexuais, separar casais normais, etc. Assim, é natural que quem vive de salário do governo defenda os interesses e absurdos do governo.

Contudo, a defesa da anormalidade não é só feita por funcionários estatais. Em artigo intitulado “Família anormal?”, em reação à atitude do promotor que havia pedido a retirada do bebê do “casal” homossexual, a Dra. Maria Berenice Dias vocifera: “Casamento, sexo e procriação deixaram de ser os elementos identificadores da família”. Enfim, ela defende que dois homens homossexuais recebam a adoção de bebês, enquanto milhares de famílias normais enfrentam montanhas de dificuldades e humilhações para adotar.

Essa posição dela, porém, não está restrita apenas às suas opiniões pessoais. Ela está engajada num movimento que visa “revolucionar” o conceito de família nas leis do Brasil. Ela é, na verdade, fundadora do Instituto Brasileiro de Direito das Famílias (IBDFAM).

Bem-estar da família como estratégia camuflada para destruir a família

Apesar do título atraente, que dá a entender que é um instituto que de alguma forma está interessado nos direitos da família, a realidade é que seu objetivo é garantir direitos de novas versões de famílias. A proposta do instituto, por exemplo, é mostrar que dois homens homossexuais que vivem juntos também merecem o título de “família”. De acordo com o IBDFM, essa visão deve ser consagrada em lei. Para tal finalidade, o IBDFM elaborou, com a ajuda de “especialistas” liberais, o projeto Estatuto das Famílias, para “consolidar e garantir os direitos das mais variadas configurações familiares do Brasil”.

O IBDFM conseguiu o apoio do PT para introduzir seu ambicioso projeto no Congresso Nacional. Em 25 de outubro de 2007 começou a tramitar na Câmara dos Deputados o projeto 2.285/07 (com o título de “Estatuto das Famílias”), apresentado pelo Dep. Sérgio Barradas Carneiro, do PT. Do PT também é a vasta maioria dos projetos de aborto e homossexualismo no Congresso. São projetos que, sob a pretensão de defender novos direitos para uns, agridem, mutilam e destroem os direitos fundamentais da maioria, transformando o normal em anormal e vice-versa. Além de petista, o Dep. Carneiro é membro do IBDFAM.

O que diz o projeto Estatuto das Famílias? Alguns trechos revelam seu caráter revolucionário:

Artigo 3: É protegida como família toda comunhão de vida instituída com a finalidade de convivência familiar, em qualquer de suas modalidades.

Artigo 7: É dever da sociedade e do Estado promover o respeito à diversidade de orientação sexual.

Artigo 68: É reconhecida como entidade familiar a união entre duas pessoas de mesmo sexo, que mantenham convivência pública, contínua, duradoura, com objetivo de constituição de família, aplicando-se, no que couber, as regras concernentes à união estável.

Justificando a apresentação desse projeto de lei, o Dep. Carneiro disse: “O estágio cultural que a sociedade brasileira vive, na atualidade, encaminha-se para o pleno reconhecimento da união homoafetiva. A norma do art. 226 da Constituição é de inclusão ― diferentemente das normas de exclusão das Constituições pré-1988 ―, abrigando generosamente todas as formas de convivência existentes na sociedade. Em momento algum, a Constituição veda o relacionamento de pessoas do mesmo sexo… A jurisprudência brasileira tem procurado preencher o vazio normativo infraconstitucional, atribuindo efeitos às relações entre essas pessoas. Ignorar essa realidade é negar direitos às minorias, incompatível com o Estado Democrático. Tratar essas relações como meras sociedades de fato, como se as pessoas fossem sócios de uma sociedade de fins lucrativos, é violência que se perpetra contra o princípio da dignidade das pessoas humanas, consagrado no art. 1º, inciso III da Constituição. Se esses cidadãos brasileiros trabalham, pagam impostos, contribuem para o progresso do País, é inconcebível interditar-lhes direitos assegurados a todos, em razão de suas orientações sexuais”. Seguindo-se esse raciocínio, as leis deveriam proteger igualmente os pedófilos, pois eles também pagam impostos.

Se por um lado é promovida a união legal de “casais” homossexuais, por outro a desunião legal de casais normais é grandemente facilitada. Ainda justificando as aberrações do Estatuto das Famílias, o Dep. Carneiro disse: “Privilegiou-se o divórcio… ficando vedada a investigação das causas da separação, que não devem ser objeto de publicidade”. Isto é, as causas da destruição de um casamento não são mais objetos de condenação e desaprovação, mas de sacralidade.

Uma agenda de homossexualismo?

O Estatuto das Famílias, abolindo o papel importante da família natural, facilitará enormemente as separações, transformando a união conjugal (o que quer que o IBDFAM tenha redefinido como união conjugal) num mero contrato de comércio de corpos, sexo e filhos, onde é tão fácil se separar quanto se unir. O próprio presidente do IBDFAM, Rodrigo da Cunha Pereira, declarou: “Nas separações de casais, não haverá mais brigas sustentadas pelo Estado-juiz. Com o fim da culpa na dissolução do casamento, esvaziam-se os longos e tenebrosos processos judiciais de separação. Casamento acaba porque acaba. O amor acaba”.

O Instituto Brasileiro de Direito das Famílias, numa torção esquizofrênica do direito exclusivo da família natural, luta para que os “casais” anormais (transexuais, homossexuais, bissexuais e qualquer outra invenção bizarra que entrar na moda) tenham o direito fácil de se unir legalmente e para que os casais normais tenham o direito fácil de se separar.

Maria Berenice Dias concorda plenamente com tal visão. Afinal, sendo fundadora e hoje vice-presidente do IBDFAM, ela literalmente vive o que prega: ela já foi casada 4 vezes e faz alarde de que se separa antes que se deteriore mais sua relação, para manter boas amizades com os ex-maridos.

Não há nada de obscuro nas intenções dela. Ele é autora do livro “Homoafetividade: o que diz a Justiça”. Ela é também autora do artigo “Direito fundamental ao aborto”. Além de defender o aborto e o homossexualismo, ela é simpatizante da eutanásia. Só não dá para dizer que, no caso da eutanásia, ela vive o que prega, pois executando em si mesma a eutanásia uma única vez, ela conseguiria destruir de uma vez por todas sua vida religiosamente dedicada às causas mais radicais.

Abolição e redefinição da família natural

Não há dúvida alguma sobre os objetivos do IBDFAM. O próprio site homossexual GLS Planet reconhece a importância dos dois maiores membros do IBDFAM: “A desembargadora Maria Berenice Dias, do Rio Grande do Sul, e o advogado especialista em Direito de Família, Rodrigo da Cunha Pereira, também defendem a ampla adoção de crianças por casais homossexuais”.

Para que tal idéia seja aceita, é preciso desconfigurar legalmente a família natural e introduzir novas configurações de família. É exatamente aí que entra o IBDFAM, que tem como papel principal modificar a imagem legal do que significa família. Essa entidade desfiguradora da família natural conta atualmente com 4.000 membros.

Tradicionalmente, o papel da família é cuidar e decidir a educação, saúde e criação dos filhos. E a única família que tem tal responsabilidade é a família natural, composta de um homem e uma mulher unidos em compromisso de vida para gerar e criar filhos. Essa é a única definição verdadeira e legítima de família.

Com a redefinição do significado de família, muda o papel do Estado, que estenderá aos anormais os direitos e proteções devidos à família natural, sugando os recursos que deveriam estar limitados apenas às necessidades legítimas e exclusivas de uma família verdadeira composta de pai, mãe e filhos.

Entretanto, o papel do Estado não é redefinir a família. O papel do Estado é lidar com problemas criminais e ordem na sociedade, sem interferir na vida das famílias. Mas, tradicionalmente, o Estado sempre ambicionou dominar a vida de seus cidadãos. O nazismo e o comunismo são exemplos de formas de governo que usaram atraentes e ilusórias políticas de proteção à família para promover controle e destruição.

Hoje vemos com clareza as más intenções das políticas nazistas e comunistas para com a família. Contudo, o inimigo se torna mais astuto quando suas antigas estratégias são descobertas, de modo que em cada geração ele emprega novas armas com novas seduções.

Destruindo a família natural em nome dos direitos humanos e dos direitos das minorias

A nova sedução é oferecer direitos e privilégios especiais à população. Em nome dos direitos humanos, são oferecidos direitos e privilégios especiais aos que vivem nas práticas homossexuais, e aos poucos a população começa a enxergar que esse oferecimento significa muito mais do que só ajudar vítimas oprimidas, pois a concessão de direitos a alguns está sendo feita propositadamente para enfraquecer e eliminar a liberdade e os direitos básicos da maioria da população, subjugando-a efetivamente aos interesses e caprichos do Estado controlador.

A bandeira atual do Estado controlador é a defesa das minorias e dos direitos humanos. No Congresso tramitam vários projetos de lei que aparentemente têm apenas a intenção de combater a violência aos homossexuais, porém só agora algumas mentes mais alertas percebem que sua intenção é também combater toda atitude, opinião e expressão filosófica, moral e religiosa contrária ao homossexualismo, classificando a própria oposição a esse comportamento como componente da violência aos homossexuais.

Todos esses esforços estatais estão sendo feitos, supostamente, para o bem-estar dos homossexuais. Agora, com a falsa preocupação pelo bem-estar da família brasileira, tramita no Congresso o projeto “Estatuto das Famílias” que, se aprovado, basicamente empreenderá o enfraquecimento da família natural e dará vida e respeitabilidade às uniões entre indivíduos do mesmo sexo.

Desde o começo da humanidade, o padrão de família mais sólido, que sobreviveu a muitas eras de instabilidade, guerras e extinções, é a família natural, composta de um homem comprometido com uma mulher, unidos no amor e propósito de gerar e criar filhos. Opções diferentes se extinguiram no tempo. Sociedades que aceitaram e adotaram um modelo sexual diferente viraram escombros. Apesar disso, o projeto ousado do IBDFAM propõe a redefinição do casamento e família.

Todos têm o direito de formar uma família?

O presidente do IBDFAM afirma: “O Estatuto das Famílias pretende regulamentar e legitimar todas as formas de família. Ele por certo trará incômodo e talvez até arrepios. Ele certamente encontrará resistências de alguns parlamentares. Ele faz alterações profundas na estrutura e no sistema jurídico. É um estatuto que inclui e legitima todas as formas de famílias conjugais e parentais. Dentre as famílias conjugais, estão aquelas constituídas pelo casamento, pela união estável entre homens e mulheres e também as homoafetivas”.

De acordo com o Estatuto das Famílias, todos ― homossexuais, bissexuais, transexuais e qualquer outra invenção que surgir ― têm o direito de estabelecer variadas formas de família:

Artigo 2: “O direito à família é direito fundamental de todos”.

Há chance de esse projeto petista ser aprovado? O Estatuto das Famílias poderá ainda se tornar realidade? Sem dúvida. As pessoas preocupadas com o bem-estar da família não terão dificuldade nenhuma para apoiar um projeto que na aparência defende a família, mas terão imensa dificuldade de entender as ameaças e elementos nocivos que vêm escondidos em leis que supostamente são a favor da família.

Estatuto da Criança e do Adolescente
+
Estatuto das Famílias
=
Estatutos de destruição

O povo brasileiro já foi enganado antes. Quando se aprovou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ninguém disse nada, porque ninguém viu nada. Não porque não houvesse ameaças e perigos. O problema é que nenhum brasileiro os viu. O ECA é fruto direto do compromisso do governo brasileiro de se adaptar às normas da ONU depois de assinar a Convenção dos Direitos das Crianças, documento da ONU que até hoje não foi assinado pelo governo dos EUA, por pressão de grupos evangélicos pró-família.

Naquele tempo, não houve nenhuma voz profética para alertar os cristãos do Brasil com relação às ameaças da ONU, da Convenção dos Direitos da Criança e de sua cria maligna para o Brasil, o ECA. Nenhum pastor levantou questionamentos ou oposição ao ECA. Todos achavam, na verdade, que se a intenção era proteger as crianças, então não deveria haver oposição nem dúvidas. O diabo, que se disfarça de anjo de luz, nesse caso simplesmente disfarçou suas intenções como proteção e direitos para as crianças!

É desse jeito que, a pretexto de proteger famílias e crianças, o Estado na verdade destrói moral, física e espiritualmente a ambos, fortalecendo suas posições de controle social.

Se o Estatuto das Famílias for aprovado, dois homens homossexuais poderão adotar um bebê inocente e será um crime tentar salvá-lo. Promotores e juízes moralmente honestos que tentarem resgatar um bebê das mãos de dois homens homossexuais serão automaticamente enquadrados como criminosos. Os papéis serão invertidos. Os vilões serão heróis. Os heróis serão transformados em criminosos. Mas as vítimas serão vítimas.

Famílias cristãs que dão aos seus filhos educação escolar em casa ou que seguem a orientação da Bíblia de disciplinar os filhos com a vara já são considerados “anormais” pelo ECA. Nada mais natural então, com a colaboração de uma legislação que transforma o normal em anormal e vice-versa, do que o Conselho Tutelar arrancar crianças de famílias cristãs e entregá-las para dois homens homossexuais que serão considerados “normais” e “família” pelo Estatuto das Famílias. Por razões óbvias, a fundadora do IBDFAM apóia completamente o ECA. Coincidência ou não, o Dep. Sérgio Carneiro declarou que o Estatuto das Famílias segue os princípios do ECA na facilitação das intervenções estatais em questões da família.

A família natural é o único, exclusivo e ideal lugar para o nascimento e criação de bebês. É o único padrão aceitável e desejável de família. Tudo o mais é anormal e trágico. Dois homens no homossexualismo que insistem, com amparo estatal e midiático, em se intitular como família representam na verdade não uma família, mas a aberração das aberrações.

A sociedade brasileira precisa ser alertada, a fim de não cair em mais um conto do vigário estatal. A primeira vez que se acreditou que um estatuto traria benefícios, não problemas, foi com o Estatuto da Criança e do Adolescente, que pelo nome parecia uma legislação que ajudaria na criação de crianças e adolescentes. Hoje vemos adolescentes estupradores e assassinos legalmente protegidos, enquanto a população fica desprotegida e a mercê de seus crimes. É o estatuto que enganou o Brasil. Agora, vem outro estatuto para trazer novas enganações, impunidades e a banalização do normal e a consagração do anormal.

Fonte: http://www.juliosevero.com/

Leitura recomendada:

A Famí­lia Natural: Um Manifesto

O abuso estatal contra a ordem familiar

Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/2008/02/estatuto-de-destruio-o-estatuto-das.html
 
Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com/

INTOLERÂNCIA HOMOSSEXUAL: Justiça investiga Silas Malafaia por “homofobia”

Justiça investiga Silas Malafaia por “homofobia”


Mesmo sem nenhuma lei anti-“homofobia” no Brasil, aliados da agenda gay na Justiça tentam perseguir cristãos que se opõem à ditadura gay

Julio Severo

A procuradora da República em Brasília Ana Carolina Araújo Roman investiga se Silas Malafaia, pastor da Assembleia de Deus, teve conduta “homofóbica” numa audiência pública na Câmara dos Deputados na qual se discutiu o chamado Estatuto das Famílias.

A audiência, realizada em maio de 2010, debateu como mudar o direito de família, inclusive criando a figura de “casamento” de mesmo sexo e adoção de crianças por duplas gays. Malafaia fez um discurso contrário a essas mudanças, com uma postura que apenas refletiu valores inegociáveis do Cristianismo.

Entretanto, o que ele disse desagradou profundamente à militância gay e seus aliados. Ele indicou que se a lei deve ser modificada para atender aos desejos das pessoas, inclusive com “casamento” gay e adoção de crianças por duplas gays, então qual será o limite? Ele disse:

— Vamos liberar tudo que tem na sociedade. Vamos colocar na lei tudo que se imaginar. Quem tem relação com cachorro, vamos botar na lei, porque tem gente que gosta de ter relação com cachorro. Eu vou apelar aqui, mas tem que dizer, é um comportamento, ué. Vamos aceitar?

— Quem tem relação com cadáver? É um comportamento, vou botar na lei. Ah, se é um comportamento, ué, estão espantados, vão discriminar, ué? É a favor de quê? Então vamos colocar tudo na lei e onde é que vai parar a sociedade brasileira?

Veja aqui na íntegra, nestes dois vídeos, o que Malafaia disse:


http://www.youtube.com/watch?v=U7F0STMkFq0


http://www.youtube.com/watch?v=eGuRXeAOyG4

No início de fevereiro, a procuradora Ana Carolina Araújo Roman iniciou um inquérito contra Malafaia para apurar se houve “homofobia” — um “crime” que, deixemos bem claro, não existe na lei brasileira. Ou será que o PLC 122 já foi aprovado sem que ficássemos sabendo?

O Estatuto das Famílias é uma criação do IBDFAM (Instituto Brasileiro de Direito das Famílias), que por sua vez foi fundado por Maria Berenice Dias, uma das principais militantes da causa gay nos meios jurídicos do Brasil.

A ação contra Silas Malafaia vem acompanhada de um conjunto de ações aparentemente orquestradas para pressionar a aprovação do PLC 122, inclusive uma reportagem recente do Jornal Hoje incitando a criminalização da “homofobia”.

No entanto, sem nenhuma lei anti-“homofobia” no Brasil, o Pr. Ademir Kreutzfeld, da Igreja Luterana de Santa Catarina, foi intimado por “incitação à homofobia” em 2007.

Sem nenhuma lei anti-“homofobia” no Brasil, o Ministério Público Federal teve o atrevimento de ir atrás do meu blog por “incitação à homofobia”, atendendo a uma queixa iniciada pela Associação da Parada do Orgulho Gay em São Paulo. Depois, a ABGLT também entrou com queixa no MPF.

Estou hoje fora do Brasil porque a justiça brasileira é inconfiável, politizada e ideologizada.

Se a justiça brasileira já está agindo assim com Silas Malafaia agora, que é muito conhecido no meio evangélico, o que acontecerá se o PLC 122 for aprovado?

Com informações da revista Veja.

Fonte: http://www.juliosevero.com/

Estatuto de destruição: O Estatuto das Famílias pretende regulamentar e legitimar todas as formas de família e destruir o padrão de família natural

Pr. Ademir Kreutzfeld é perseguido por alertar acerca da agenda homossexual

União de Blogueiros Evangélicos entrevista Julio Severo

Proeminente ativista pró-família Julio Severo foge do Brasil para escapar de acusações de “homofobia”

ABGLT entra com ações legais por crime de ódio contra Julio Severo e outros cristãos brasileiros

Brasileiros rejeitam em maioria esmagadora agenda abortista e homossexualista do partido do governo

Ex-militante gay pede perdão a Julio Severo

Dupla gay Devassidão e Mentira ditam as ordens na imprensa brasileira

Homolatria: As vítimas VIP da violência no Brasil
 
Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/2011/03/justica-investiga-silas-malafaia-por.html

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com/

RICK MARTIN, Cantor, gay assumido, levará Porto Rico ao inferno


RICK MARTIN

Pastora diz que cantor, gay assumido, levará Porto Rico ao inferno

A pastora Wanda Rolón disse que o concerto que Rick Martin fará em Porto Rico, é “abominável, com sadomasoquismo e nudez.”

A Pastora da megaigreja em Porto Rico, Wanda Rolón, respondeu nesta quinta-feira, 24 de março, às ofensivas feitas por seus comentários feitos em seu facebook sobre o cantor Ricky Martin na terça-feira, dizendo que o cantor que fará concerto nos dias 25, 26, 27 e 28 de março em Porto Rico, os levará (Porto Rico) ao "inferno." Ela afirmou que o concerto é "Abominável, com sadomasoquismo e nudez."

"Eu quero dizer a Ricky Martin que não há necessidade de ir chegar a estes extremos de confundir nossas crianças e jovens. é uma irresponsabilidade sua," disse a religiosa, em uma conferência de imprensa, no Senado de Porto Rico, nesta quinta-feira.

Ela enfatizou em várias ocasiões ter sido vítima nos últimos três dias de “ataques que nunca havia pensado,” na polêmica causada por seus comentários de que Rick Martin era alguém que iria “conduzir [a ilha de Porto Rico] ao inferno,” feitos em seu facebook na última terça-feira.

“Que o Senhor nos ajude este fim de semana. Deus tenha misericórdia de Porto Rico,” clamou Rólon que recebeu hoje (quinta-feira) por parte do Senado o reconhecimento como mulher distinguida do país.

Durante a conferência, não foi permitida a entrada de líderes ativistas gays que quiseram se pronunciar contra ela. Entretanto, alguns conseguiram se infiltrar destacando um jovem do Comitê contra a Homofobia e a Discriminação, ángel Luis Crespo, que criticou Rolón por impor crenças religiosas à Sociedade.

“Suas expressões perpetuam a opressão e discriminação na sociedade que estamos buscando para combater a desigualdade,” disse o jovem.

A pastora e fundadora da Primeira Igreja Cristã La Senda Antigua, de 3,000 membros, Toal Alta, norte de Porto Rico, escreveu uma mensagem referindo-se ao cantor na terça-feira 22 de março, por descordar com as intenções do cantor de deixar exposto o seu lado homossexual, do qual ele alega tratar-se de um aspecto natural do ser humano.

“Este fim de semana Porto Rico recebe um homem que Deus resgatou do inferno à sua luz admirável Nicky Cruz (evangelista fundador ada Nicky Cruz Outreach http://nickycruz.org/ ), enquanto que há outro que pretende levá-los ao inferno! RM [Ricky Martin], então se proclamou seu embaixador. Desperta Porto Rico, todos clamemos ao Senhor! Esta é a ilha do Cordeiro... Alerta de Deus,” publicou Rolón em seu facebook.

Imeditamente, uma centena de seus seguidores se expressaram a favor de seu comentário, enquanto que mediante ao desacordo de algumas pessoas, Rolón respondeu que “falar a verdade, alertar o povo é sabedoria, calar-se diante da mentira é pecado.”

Rolón eliminou a mensagem de seu “status” logo depois e publicou outra no lugar: “Jamais promovi o ódio, senão o amor de Cristo. Porque Ele não faz acepção de pessoas no momento de perdoá-los. São estes grupos que tem se dado nomes diferentes. Deus somente os chamou homem e mulher pois assim os criou. Seguirei pregando com todo o meu coração sobre o amor de Deus pois Ele não quer que ninguém se perca senão que todos nos salvemos.”

A pastora recebeu muitas críticas dizendo, “Proclamam a Deus mas não respeitam ao próximo. E que tal ‘o ame ao próximo como a ti mesmo???’ Não se supõe que todos somos filhos de Deus??? Se somos Cristãos somos Cristãos de verdade. Deixemos a hipocrisia ‘O que está livre de pecados, que atire a primeira pedra...’”

O Primeira Hora, publicação de Porto Rico, entrou em contato com a Pastora no mesmo dia da postagem, mas ela negou ter comparado Ricky Martin com o Diabo. Entretanto, ela disse que sim, censurou o astro portoriquenho por ele dizer que é gay.

Segundo a publicação, a pastora disse que falar com tanta abertura sobre a homossexualidade se faz ver a heterossexualidade como um pecado.

Ainda que a intenção de Ricky e de muitos outros que saem do clóset seja de ser reconhecido como um ser humano, com os mesmo direitos que os heterossexuais, a pastora assegurou que isso os isola.

“Eu creio que eles próprios se promovendo tanto, por estar com o namorado (referindo-se a Ricky) estão isolando a eles mesmos... Glorificar essa conduta? Não. Eu não glorificaria um viciado em drogas, ou os alcoólicos,” apontou ela.
Roló também negou que fomenta o ódio contra os homossexuais e assegurou que lhes prega a palavra “sem espírito separatista.” “Eu lhes peço que busquem a Deus para que deixem de ser adúlteros, fornicadores, mentirosos,” disse ela mencionando uma lista de pecados bíblicos. Ela mostra também sua preocupação de que as crianças pensem que ser “gay” está bem.

“Isso não é comum. A longo prazo isso vai trazer consequências,” afirmou.

Helga García, a porta-voz profissional de Ricky Martín, respondeu aos ataques da pastora nesta quarta-feira, recomendando que ela [a pastora] se lembre de seu “dever como embaixadora da palavra de Cristo,” e que se abstenha de expressões ofensivas contra Ricky Martin.

Em entrevista com a emissora Radio Isla de , García pediu para que ela “Abra sua Bíblia e leia,” antes de seguir pronunciando palavras pejorativas de uma pessoa [Ricky Martin] que tem dado “orgulho” para a Ilha de Porto Rico.

García afirmou também, de acordo com a rádio, que o artista está focado em sua carreira e que é uma pessoa “muito espiritual.”

“Ricky Martin está focado sempre, em seu trabalho e em fazer o bem. Em buscar paz para ele e para os que o rodeiam,” garantiu García.

E completou dizendo, “eu não tenho podido falar com ele, mas ele está focado no início do seu espetáculo em Porto Rico. é uma pessoa muito espiritual, estou certa de que ontem [terça-feira], se ele deu segundos de atenção à polêmica, o que ele fez foi somar e não restar.”

A porta-voz declarou que ela está “extremamente ofendida como portoriquenha,” e também fez questão de lembrá-la de seu papel como representante da Igreja.
“Me inquietou e me decepcionou grandemente como uma pastora, ou chamada pastora, uma mulher que move grande (quantidade) de pessoas ao seu redor, que tem o dom da palavra, não a utiliza para unir senão para desunir,” expressou García.
“A pastora tem todo o direito de expressar livremente sua posição, da qual compartilhamos, mas creio que ela também, por um minuto, deve fazer uma introspecção de quem ela é e qual é a mensagem que ela deve levar como representante da palavra de Deus na terra,” disse García.


Ela assegurou que a polêmica criada por Rólon não afetará em nada a abertura da nova turnê de concertos Música+Alma+Sexo, o último álbum de Ricky Martin.

Data: 25/3/2011 09:12:39
Fonte: Christian Post
Fonte: http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=13036

Se é para legalizar o casamento gay, que se legalizasse também a necrofilia e zoofilia, pois também seria opções sexuais dos brasileiros. Vamos liberar tudo que tem na sociedade. Vamos colocar na lei tudo que se imaginar. Quem tem relação com cachorro, vamos botar na lei, porque tem gente que gosta de ter relação com cachorro.

Pastor Silas Malafaia pode ser indiciado por homofobia por ter comparado homossexualidade com sexo com mortos e animais. Assista

Pastor Silas Malafaia pode ser indiciado por homofobia por ter comparado homossexualidade com sexo com mortos e animais. Assista

Um inquérito foi aberto contra o Pastor Silas Malafaia por suas afirmações em uma audiência pública em 2010, a investigação está sendo realizada pela procuradoria da república. Na ocasião o líder da Igreja Vitória em Cristo comparou a opção sexual homossexual com necrofilia (sexo com pessoas mortas) e zoofilia (sexo com animais).

A Procuradora da República Ana Carolina Araújo Roman comanda as investigações baseadas em um debate público sobre o Estatuto da Família realizado na Câmara dos Deputados em Brasília. O Pastor Silas ficou encarregado de defender os valores tradicionais e conservadores como o casamento apenas entre homem e mulher.

Inflamado, o Pastor afirmou que se fosse para legalizar o casamento gay, que se legalizasse também a necrofilia e zoofilia, pois também seria opções sexuais dos brasileiros.

Vamos liberar tudo que tem na sociedade. Vamos colocar na lei tudo que se imaginar. Quem tem relação com cachorro, vamos botar na lei, porque tem gente que gosta de ter relação com cachorro. Eu vou apelar aqui, mas tem que dizer, é um comportamento, ué. Vamos aceitar?

Quem tem relação com cadáver? É um comportamento, vou botar na lei. Ah, se é um comportamento, ué, estão espantados, vão discriminar, ué? É a favor de quê? Então vamos colocar tudo na lei e onde é que vai parar a sociedade brasileira?

A investigação foi iniciada ainda em 2010, mas só em fevereiro de 2011 foi convertida em inquérito contra o Pastor Silas Malafaia. Não é a primeira vez que a justiça tenta intervir nas palavras do Pastor, em 2007 o programa evangelístico de TV Vitória em Cristo, comandado pelo próprio Silas, quase foi proibido de ir ao ar antes das 20 horas devido a linguagem e forma como o Malafaia atacava a comunidade gay e defendia a comunidade cristã.

Vídeo: Pastor Silas Malafaia comparando homossexualismo a necrofilia e zoofilia em audiência pública

quarta-feira, 23 de março de 2011

CRIME DE ÓDIO (hate crime): a intolerância dos GLS’s


por rev. Jucelino Souza

A história tem bem documentados os vários atos de crimes de ódio sofridos pelos que professam a fé cristã. A intolerância religiosa sofrida pelos cristãos remonta o seu retrospecto à perseguição religiosa dos romanos, à “solução final” de Adolf Hitler contra os judeus, à limpeza étnica na Bósnia e ao genocídio em Ruanda.

Nos Estados Unidos, os exemplos incluem violência e intimidação contra os americanos nativos, o linchamento de negros e o incêndio de cruzes pela Ku Klux Klan, e a pintura de suásticas em frente a sinagogas. (Leia)

A HISTÓRIA SE REPETE

Hoje estamos assistindo mais uma vez a prática deste crime hediondo, cometido contra os cristãos presbiterianos, quando uma das maiores Universidades da América Latina, sofre ameaças de protestos e sabe-se lá mais o quê, simplesmente porque o Chanceler, Rev. Dr. Augustus Nicodemus Lopes, postou no site oficial da Universidade Presbiteriana Mackenzie, nota (íntegra em pdf) na qual discorda e não recomenda o PLC-122/2006.

O PLC-122/2006 (íntegra em PDF) altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, dá nova redação ao § 3, do art. 140, do Decreto-Lei n 2.848, de 7 de dezembro de 1940 — Código Penal — e ao art. 5º, da Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, e dá outras providências. Já aprovado pela Câmara Federal, faltando ainda a aprovação do Congresso Nacional.

Percebe-se claramento que o PLC-122/2006 propõe a alteração de pelo menos três leis importantes que tratam de crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor (Lei 7.716), Código Penal (Decreto-Lei 2.848) e CLT (Decreto Lei 5.452).
DA ANÁLISE JURÍDICA

Segue uma análise jurídica das implicações contidas nos termos desse projeto, feito pelo Dr. Venâncio Josiel dos Santos, Advogado – OAB / MS nº 7.077 – Vice-Presidente da CDH / OAB / MS (leia-se: Comissão de Direitos Humanos da OAB Seção do Mato Grosso do Sul) (Íntegra em PDF) :

Analisando os argumentos apresentados pelo REQUERENTE podemos perceber claramente que, caso seja aprovada a LC 122 / 2006, fatalmente ocorrerão os seguintes fatos:

01) Nenhum pastor evangélico, padre ou representante do clero, ou mesmo líder de quaisquer segmentos religiosos jamais poderá fazer referências contrárias à prática do homossexualismo, mesmo em nível de orientação, sob pena de infringir o artigo 8º da Lei epigrafada.

Assim sendo, a aprovação de tal legislação nesses parâmetros fere frontalmente os princípios estabelecidos no artigo 5º, incisos I, IV, VI, VII e VIII da Constituição Federal. Desta forma, sua tramitação não deve prosperar.

02) Nenhum cidadão ou cidadã livre, detentor (a) de bons usos e costumes, poderá chamar a atenção de duas pessoas do mesmo sexo que estejam se abraçando ou se beijando em público, ou mesmo praticando um ato mais “íntimo”. Ainda que tal interpelação seja feita de forma educada, com toda a diplomacia, a fim de evitar a visão dessa cena grotesca de seus filhos menores e com a personalidade ainda em formação, a pessoa interpelante estará infringindo ao artigo 7º da LC 122 / 06, o que configura um verdadeiro absurdo.

Se aprovada essa Lei com este artigo redigido na forma como está, o Congresso Nacional estará basicamente legalizando a relação homossexual em público, e revogando explicitamente o artigo 61 do Decreto-Lei nº 3.688, de 03 / 10 / 1941 (Lei das Contravenções Penais), que trata da “Importunação Ofensiva ao Pudor”. Segundo exegese desse artigo, ninguém deve ser importunado em lugar público ou acessível ao público por atos ou fatos ofensivos ao pudor. Desta forma, ninguém deve ser importunado em público pelo fato de ter que assistir, mesmo que involuntariamente ou de forma fortuita, a um ato ofensivo ao decoro tal qual beijos na boca ou relações íntimas entre pessoas fisiologicamente do mesmo sexo.

Ora, o Congresso Nacional aprovou a legislação penal que pune, através da Lei das Contravenções Penais, a vadiagem (artigo 59), a mendicância (artigo 60), a importunação ofensiva ao pudor (artigo 61), a embriaguez (artigo 62), a venda de bebidas alcoólicas (a certo tipo de pessoas) – (artigo 63), a crueldade contra animais (artigo 64), a perturbação da tranqüilidade (artigo 65) e outros atos e atitudes considerados ofensivos aos bons usos e costumes. Agora quer legalizar a importunação ofensiva ao pudor através da liberação pública de atos e atitudes entre os homossexuais?

A aprovação do artigo 6º da LC 122 / 06 na forma como está redigido é uma verdadeira violação da moralidade pública.

03) Nenhum Reitor, Diretor, Administrador ou Dirigente de uma Entidade de Ensino, mesmo de caráter religioso, poderá negar a matrícula ou o ingresso de um homossexual em seu corpo discente (rol de alunos), seja uma Universidade Religiosa, uma Faculdade de Teologia, um Seminário Teológico, um Instituto Bíblico ou congênere, onde a prática do homossexualismo seja proibida, pois se assim o fizer estará infringindo o artigo 5º da Lei epigrafada.

Todos sabem que uma das exigências para ingressar numa Entidade de Ensino Religioso é ser detentor (a) de uma moral ilibada, nada possuir que desabone sua conduta em público e que paute sua vida mediante os preceitos estabelecidos na Bíblia Sagrada, tido como o Manual de Vida de qualquer cristão praticante.

Na grade de Ensino Religioso desses Educandários existem matérias que abordam os malefícios causados à saúde do corpo e da alma de quem pratica aberrações ou perversões sexuais, tais como:

1) Homossexualismo masculino e feminino;

2) Sadismo;

3) Sado-masoquismo;

4) Necrofilia;

5) Bestialismo ou Zoofilia;

6) Riparofilia;

7) Vampirismo;

Topo-inversões;

9) Flagelantismo ou Flagelações;

10) Sodomia;

11) Triolismo;

12) Troca interconjugal.

Portanto, como aceitar em seus quadros alunos (ou mesmo professores) que declaradamente praticam o homossexualismo, a sodomia ou outros desvios de conduta?

Com a redação na forma em que se encontra, o artigo 5º da LC 122 / 06 induz o ingresso de homossexuais nas Entidades de Ensino Religioso, contrariando frontalmente à instituição legal e formal de requisitos ao ingresso nessas Entidades, negando a elas o direito líquido e certo de selecionar os seus alunos.

04) Nenhum (a) chefe de família poderá despedir um (a) empregado (a) doméstico (a), caso ele (a) seja homossexual, mesmo que o motivo não seja a opção sexual do (a) dispensado (a), por que isso acarretará a possibilidade do (a) dispensado (a) ingressar em Juízo com uma ação trabalhista e / ou criminal contra o ex-patrão ou a ex-patroa, alegando ser esse o motivo de sua dispensa.

Em síntese, pelo que se pode constatar, a LC 122 / 06 não só contraria a Lei 7.716 (que trata de crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor), a Lei 2.848 (Código Penal) e o Decreto Lei 5.452 (CLT), como contraria a Constituição Federal (em especial o artigo 5º) e a Lei das Contravenções Penais (principalmente o seu artigo 61).

DO DIREITO DE TODOS OS CIDADÃOS

Diz a Constituição Federal em seu artigo 5º, incisos I, IV, VI, VII e VIII, “IN VERBIS”:

Art. 5º, “caput”: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos seguintes termos”:

……………………………………………………………………………..

Inciso I: “Homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição”;

………………………………………………………………………………

Inciso IV: “É livre a manifestação de pensamento, sendo vedado o anonimato”;

…………………………………………………………………….

Inciso VI: “É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos, e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de cultos e a suas liturgias”;

…………………………………………………………………..

Inciso VII: “É assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva”;

……………………………………………………………………

Inciso VIII: “Ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se a invocar para eximir-se de obrigação a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei”.

Portanto, enquanto cidadão ou cidadã, qualquer pessoa que pratique o homossexualismo já está plenamente protegida pela Carta Magna e pela legislação penal, vez que o Código Penal e o Código de Contravenções Penais trazem em seus bojos uma série de prescrições, de restrições e de condenações para quem comete qualquer tipo de ilicitude contra os seres humanos (ou até mesmo os animais).

Isso demonstra que os praticantes do homossexualismo não necessitam de uma lei de exceção ou discriminatória como o Projeto de LC 122 / 2006 para protegê-los, além do que já o são como cidadãos ou cidadãs (seres humanos). Ainda mais se tal lei for totalmente eivada de nulidades e aberrações jurídicas, como é o caso em epígrafe.

A PLC 122 / 06 é flagrantemente inconstitucional, por pretender ampliar de forma absurda os direitos de um grupo restrito de pessoas (os homossexuais), em detrimento de dois grupos infinitamente maiores:

1) Os líderes religiosos, que cuidam oficialmente da formação moral e da saúde espiritual das pessoas em geral;

2) As pessoas religiosas, que seguem os ensinamentos bíblicos, obedecem às orientações de seus líderes e pautam suas vidas dentro de padrões dos bons usos e costumes.

Não se deve esquecer que os praticantes do homossexualismo serão sempre minoria em qualquer lugar, uma vez que a maioria esmagadora das pessoas tem como opção sexual o próprio sexo em que nasceram. O homem sempre desejará ser homem, e a mulher sempre desejará ser mulher. Agir diferente disso é admitir, mesmo tacitamente, que possui um desvio de conduta ou de personalidade.

Por outro lado, a aprovação da LC 122 / 06 trará um grande prejuízo não só à legislação pátria já existente, quanto restringirá os direitos adquiridos de todos os líderes religiosos, principalmente do Cristianismo. E, como conseqüência, a população em geral deixará de receber o “alimento espiritual” adequado à sua formação religiosa, sua sexualidade e seu bom comportamento em público.

Juridicamente, não deve e nem pode uma Lei Complementar revogar ou derrogar uma lei maior. Se aprovada, a LC 122 / 06 estará revogando (ou derrogando) a Constituição Federal, em especial o seu artigo 5º, incisos I, IV, VI, VII e VIII.

DO DIREITO DE LIVRE EXPRESSÃO

Não podemos aceitar que seja retirado o direito à crítica que os seguidores de uma denominação religiosa (ou mesmo quem não segue uma) podem fazer aos de outra (ou mesmo a quem não segue uma). Isso está garantido na Constituição Federal do Brasil de 1988:

1. Pela Cláusula democrática, presente no art. 1º (“A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito”);

2. Pelo art. 5º, IV (“é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”);

3. Pelo art. 5º, VI, (“é inviolável a liberdade de consciência e de crença”);

4. Pelo art. 5º, VIII, (“ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei”), e

5. Pelo art. 5º, IX, (“é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”). (Leia Mais)

E, por força do art. 5º, § 2º, (“Os direitos e garantias expressos nesta Constituição não excluem outros decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte”) da Constituição Federal do Brasil, também são aplicáveis o previsto no art. XVIII da Declaração Universal dos Direitos Humanos, (íntegra em pdf) que expressa que “[t]oda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião”, combinado com o artigo XIX, também da DUDH, que expressa que “[t]oda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão”.

O CRISTIANISMO É CONTRA A HOMOFOBIA

O termo “homofobia” tem sido definido como “ódio ou medo de homossexuais”. Se esta definição está correta nenhum cristão verdadeiro pode ser considerado homofóbico. A Bíblia nos ensina a amar ao nosso próximo como a nós mesmos e nossas igrejas não fecham as portas para os homossexuais.

Desta forma, é injusto colocar aqueles que, por motivos religiosos, não concordam com a prática homossexual no mesmo patamar de grupos violentos que saem à procura de homossexuais para atentarem contra suas vidas. (Rev. Ageu Magalhães - Leia) .

Se, por causa desta divergência de opinião, os ativistas homossexuais pretendem processar o Mackenzie devem se preparar para processar também a IPB, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil, a Federação Islâmica Brasileira e, em última instância, a própria Bíblia.

Na igreja cristã do primeiro século poderiam ser encontradas pessoas que haviam sido homossexuais, mas que foram transformadas pelo poder do evangelho do SENHOR J_sus, é o que se infere do texto em I Coríntios 9-12, que diz:

“Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus. Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas” (grifos meus).

No Brasil, muitos dos alegados casos de uma suposta “intolerância religiosa” são, na verdade, casos de críticas à religiões, críticas essas constitucionalmente protegidas. Curiosamente, o ato de “intolerância” acaba sendo justamente o da parte que acusa o autor da crítica de “intolerância religiosa”, por não saber conviver com as diferenças de opiniões, algo próprio de uma democracia. Como é o caso ora tratado em tela, quando uma Univerdade Presbiteriana, responsável por serviços ininarráveis à nossa pátria, na formação de pessoas que até presidiram o Brasil, é afrontada pela intolerância de um grupo que em nada tem contribuído para o progresso nacional, um grupo minoritário e de cunho ditatorial, que nem mesmo consegue se representar sozinho, tendo a necessidades de “simpatizantes”, os GLS’s. Esta ditadura e intolerância devem ser tratadas com o rigor das Leis Nacionais e Internacionais que protegem nossa socidade dos CRIMES ÓDIO.

Soli Deo Gloria!

Rev. Jucelino Souza

http://twitter.com/jucelinosouza

http://jucelinosouza.wordpress.com/

jucelinofs@yahoo.com.br

Este texto foi compilado a partir dos seguintes textos:

1. http://resistenciaprotestante.blogspot.com/2010/11/quando-tolerancia-e-intolerante.html

2. http://jucelinosouza.files.wordpress.com/2010/11/projeto-de-lei-plc122-06.pdf

3. http://jucelinosouza.files.wordpress.com/2010/11/parecer-juridico-sobre-lei-da-homofobia-venancio-josiel-dos-santos1.pdf

4. http://jucelinosouza.files.wordpress.com/2010/11/crismes-de-c3b3dio-denc3bancia.pdf

5. http://jucelinosouza.files.wordpress.com/2010/11/1_declaracao_universal_direitos_homem.pdf

6. http://pt.wikipedia.org/wiki/Crime_de_%C3%B3dio

7. http://pt.wikipedia.org/wiki/Intoler%C3%A2ncia_religiosa

Fonte: http://jucelinosouza.wordpress.com/2010/11/19/crime-de-odio-hate-crime-a-intolencia-dos-glss/

Dá para acreditar que existe algum genocídio contra homossexuais?

Don Hank

Há alguma ameaça de que os gays nos países ocidentais logo sejam exterminados por bandos de homófobos perigosos?

Pergunta muito ridícula, né?

Não, os gays gozam privilégios especiais aqui no Ocidente. Em San Francisco eles têm liberdade de vagar pelados pelas ruas durante a parada do orgulho gay na Folsom Street, praticando reais atos sexuais em público sob a total vista de desafortunados espectadores, inclusive crianças, que tiveram o azar de topar com esse cenário. (Não vou dar os links das fotos dessa perversão, mas se você quiser confirmação, basta buscar no Google usando as palavras chaves: folsom street gay pride ou coisas semelhantes).

Entretanto, muitos governos ocidentais estão aflitos com a “condição horrível” dos gays, ao mesmo tempo em que cristãos no mundo inteiro estão perdendo o direito de dar testemunho sobre a cura e o poder redentor de Deus por meio de Jesus Cristo. A agenda desses tiranos que nos governam mediante furtivas manobras fabianas sem nosso consentimento é evidente para todos os que têm pelo menos metade de um cérebro: Eles estão ansiosos para acabar com a cultura cristã tradicional — aliás, qualquer cultura minimamente decente que inclua o casamento tradicional, a lei e a ordem.

Enquanto isso, os novos governos “democráticos” no Oriente Médio massacram suas populações cristãs, enquanto gozam apoio total de quase toda a classe dominante — essa oligarquia que maneja um poder cada vez mais ditatorial através dos grandes meios de comunicação, universidades, sistema “educacional” e a vasta maioria das classes profissionais, e nossa própria classe dominante finge se importar profundamente com a perseguição aos gays.

Logo depois que o governo americano invadiu o Iraque, as igrejas cristãs assírias começaram a ser queimadas e suas congregações perseguidas, assassinadas e dispersas. Muitos agora vivem na Suécia. O governo americano não disse nada, fingindo que o único inimigo era o “terrorismo”, não o fanatismo islâmico. Os cristãos coptas no Egito estão neste momento sofrendo destino semelhante, graças em grande parte à colaboração do Ocidente. As forças armadas do novo governo “democrático” egípcio apoiado por Obama e pelos líderes da Europa atacaram um monastério copta logo depois que Mubarak foi derrubado da presidência, baleando e matando vários monges. A Irmandade Muçulmana, apoiada por Barack Obama, está por trás da matança e perseguição. A imprensa ocidental está de boca totalmente fechada.

Mas os meios de comunicação e a oligarquia nos dizem que são os gays que estão sendo perseguidos e estão em necessidade extrema de nossa proteção. É mentira. Os gays não estão sofrendo nem mesmo a fração de um por cento da perseguição que os cristãos estão sofrendo no mundo inteiro. No entanto, eles são a nova classe protegida, e governos como o do Brasil estão correndo para ajudá-los como se eles tivessem sido vítimas de um tsunami, terremoto e desastre nuclear.

Na maioria dos países, ninguém ousa mencionar que o estilo de vida deles provoca doenças como a AIDS ou outras DSTs. Ninguém pode nem mesmo dar um conselho e assistência para ex-gays ou pessoas com atrações indesejadas de mesmo sexo. Meu amigo brasileiro Julio Severo foi forçado a deixar sua pátria porque aconselhava os homens a vencer a homossexualidade e viver vidas seguras, saudáveis e morais.

Ele estava lhes oferecendo valiosa assistência.

Mas a liderança de extrema esquerda do Brasil, começando com o ex-presidente Lula e agora continuando com Dilma Rousseff (que é mais venenosamente anticristã e é uma ex-terrorista envolvida no assassinato de várias pessoas, inclusive um americano), diz que é ilegal ajudar os homossexuais a vencerem seu estilo de vida.

Qualquer pessoa que está nesse estilo de vida está praticamente enjaulada, por lei, pelo resto da vida.

Qualquer homem que deseja abandonar o sexo anal, por motivos de segurança, fé ou moralidade, ou quaisquer que sejam as razões, é aconselhado a deixar o Brasil.

Não há espaço para a decência no Brasil, que vem passando por um perfeito bombardeio de malignidade ultra-marxista e não tem como sair desse rumo. O resto do Ocidente está seguindo a mesma tendência.

E a maioria dos americanos (e europeus) não está atenta à tragédia moral que está se revelando no Brasil.

É hora de despertarmos e procurarmos conhecer as pessoas que vivem no mesmo hemisfério que nós. É hora de aprendermos uma nova palavra no vocabulário: Não.

Não conosco. Não com meu país.

Mais detalhes sobre Julio:

Julio Severo provocou um “terremoto” quando alertou as igrejas e a sociedade do Brasil sobre a agenda gay e sobre a reversibilidade do imoral estilo de vida gay.

Ele é o autor do livro “O Movimento Homossexual”, publicado em 1998 pela Editora Betânia. Seu livro foi o primeiro livro em português a desmascarar as intenções do movimento gay.

Em 2007, quando ele ajudou a conscientizar o público sobre o PLC 122, o projeto de lei “anti-homofobia”, os ativistas gays começaram a ameaçar a Editora Betânia, que abandonou o livro sob essa pressão. Os ativistas também entraram com ações contra Severo. Desde então, o MPF vem tentando amordaçá-lo e bloquear seus artigos.

Provavelmente, eles nada podem fazer contra ele agora, pois ele está longe do Brasil. Mesmo assim, a maior organização gay do Brasil, que recebeu apoio de Hillary Clinton para ter credenciamento oficial na ONU em 2010, está buscando achar sua localização. Essa mesma organização, a ABGLT, também entrou com ação contra ele.

Blog Julio Severo:
http://www.juliosevero.com/

Versão em inglês: Would you believe genocide against homosexuals?

Versão em espanhol: ¿Puedes creer que existe un genocidio contra los homosexuales?

Fonte: Laigle’s Forum
 
Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/2011/03/da-para-acreditar-que-existe-algum.html

Materiais de ajuda para quem quer sair do homossexualismo


Clique no link abaixo para acessar os materiais:


Quer sair do homossexualismo

Não compro APPLE por não respeitar a opinião dos cristãos e ceder a ditatura GAY

Apple remove aplicativo de ex-gays depois que ativistas gays se queixam

Rebecca Millette

CUPERTINO, Califórnia, EUA, 23 de março de 2011 (Notícias Pró-Família) — A Apple removeu o aplicativo de iPhone que provocou grande agitação nesta semana depois que o grupo militante homossexual Truth Wins Out (TWO) se queixou de que o aplicativo era “abominável e intolerante”.


Esse ato marca a segunda vez em que a Apple remove um aplicativo porque estava promovendo uma perspectiva cristã tradicional da homossexualidade. Em novembro do ano passado, a Apple removeu um aplicativo da Declaração de Manhattan, um documento pró-vida e pró-família assinado por aproximadamente 500.000 pessoas. O aplicativo foi atacado porque se opunha ao “casamento” de mesmo sexo.

O aplicativo recente, criado por Exodus International, um ministério cristão de ex-gays, e disponível por meio da loja online iTunes da Apple, recebeu originalmente uma classificação 4+ da Apple, significando que constataram que não possuía nenhum conteúdo desagradável. O aplicativo fornecia uma entrada para as notícias, blog, podcasts e outros materiais de redes sociais e recursos do ministério.

Exodus International negou que o aplicativo tivesse como alvo a “cura” da homossexualidade, conforme estavam afirmando seus críticos. “De forma alguma nossa mensagem é sobre tentar curar. De forma alguma estamos tentando promover esse tipo de metodologia ou mensagem”, Jeff Buchanan, diretor sênior de treinamento de igrejas e ministérios de estudantes, disse para o noticiário The Christian Post.

“Esse é um rótulo produzido pelos inimigos do aplicativo para servir de propaganda a fim de estigmatizar e realmente rotular o aplicativo de um modo falso e provocar exatamente o tipo de reação que estamos vendo contra o aplicativo”.

Enquanto isso, TWO e Change.org elogiaram a Apple por remover o aplicativo. “A Apple fez uma decisão sábia e responsável de jogar fora um aplicativo ofensivo que demonizava gays e lésbicas”, disse Wayne Besen, diretor executivo de Truth Wins Out. “Os ganhadores reais hoje são os jovens LGBT que estão mais seguros e em menos risco de serem vítimas das más intenções e desinformações do Exodus”.

“Estamos vibrando que a Apple removeu esse aplicativo de ‘cura para gays’ da loja do iTunes depois que mais de 150.000 pessoas assinaram essa petição”, disse Mike Jones, editor de Change.org, a plataforma usada por TWO para lançar a petição. “A mensagem que a Apple está enviando aqui é clara: não há espaço para nenhuma ‘terapia de ex-gays’ na plataforma da Apple”.

TWO afirmou que o aplicativo “se apoiava em distorções de pesquisas legítimas” para “desumanizar indivíduos LGBT” e ao remover o aplicativo, a Apple se juntou às fileiras de “todas as respeitáveis organizações de saúde mental da nação”.

“Estamos desanimados com o fato de que há ativistas que estão se levantando para silenciar nossa voz na plataforma do iTunes do Exodus”, Buchanan do Exodus disse na terça-feira. “Queremos pedir que haja representação justa e igual de convicção religiosa nessa plataforma”.

“Estamos ajudando aqueles que têm atrações indesejadas de mesmo sexo. Aqueles que são gays ou se identificam desse jeito. De forma alguma estamos tentando censurar a posição deles ou não estamos tentando impor nada neles”, disse ele. “Exodus crê que o oposto da homossexualidade não é a heterossexualidade. É a santidade. Promovemos a convicção de que podemos viver uma vida que seja coerente com nossa fé. Essa é a nossa missão — ponto final”.

Artigos relacionados:

Grupo gay exige que Apple remova aplicativo de ex-gays

Apple rejeita aplicativo pró-vida e pró-família… de novo

Fazendo uso de acusações de ódio para promover ódio

Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/apple-pulls-ex-gay-app-after-complaints-from-gay-activists

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Fonte: http://networkedblogs.com/fMyVl

Violência verbal que os cristãos sofrem a propósito da sua opinião sobre a homossexualidade

Cristãos são perseguidos por defender os seus valores, diz Vaticano
Vaticano condena ataques com base na orientação sexual, mas diz que comportamentos podem e devem ser regulamentados.

O representante permanente da Santa Sé junto da ONU, em Genebra, condenou ontem a violência verbal que os cristãos sofrem a propósito da sua opinião sobre a homossexualidade.

O Arcebispo Silvano Tomasi recordou que a Igreja Católica considera que as relações sexuais são um dom de Deus que apenas devem ter lugar no contexto de um casamento heterossexual. Contudo, quem expressa esta opinião sujeita-se a um “padrão preocupante”.

“Quando expressam as suas crenças morais sobre a natureza humana são estigmatizados ou, pior, vilipendiados e processados”, afirmou Tomasi.

O representante da Igreja Católica defendeu a dignidade de cada ser humano, condenando a violência levada a cabo contra pessoas por causa da sua orientação sexual. “Mas os estados podem, e devem regular comportamentos, incluindo comportamentos sexuais”, disse Tomasi.

Fonte: http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=95&did=147751

terça-feira, 22 de março de 2011

DEUS NAS MÃOS DE PECADORES IRADOS: UMA RESPOSTA CRISTÃ AO MOVIMENTO HOMOSSEXUAL


Pr. Dorisvan Cunha

O presente artigo está fundamentado no pensamento do Filósofo Cristão Willian Lane Craig. Tudo o que escrevi e argumentei de alguma forma já foi dito anteriormente por ele. Apenas dei a minha roupagem e simplifiquei a linguagem para aqueles que não têm acesso à literatura apologética deste renomado escritor. Meu objetivo é ajudar nossos jovens e adolescentes a responderem com mais firmeza a questão do homossexualismo. Se você quiser a argumentação completa sobre o tema pode procurar no livro “Apologética para questões difíceis da vida” no capítulo 7. Ali ele trata da questão homossexual. Leia também “A veracidade da Fé Cristã” deste mesmo autor.

“Os reis da terra se levantam, e os príncipes conspiram contra o SENHOR e contra o seu Ungido, dizendo: Rompamos os seus laços e sacudamos de nós as suas algemas”. (Salmo 2.2-3).

Creio que a palavra mais característica de nosso tempo é “relativismo”. Penso que você já ouviu alguém dizer: “isso é relativo” ou “depende do ponto de vista e do gosto de cada um”. É bem verdade que existem coisas na vida que dependem sim do ponto de vista e do gosto pessoal. Por exemplo: na minha época de seminário, quando saímos para tomar sorvete, o meu amigo Michel Platiny só pedia sabor de chocolate. Era o preferido dele. Eu, por outro lado, exigia de cupuaçu ou Bacuri. Era uma questão de gosto pessoal e isso em nada influenciou a estrutura da civilização humana.

Quando os homossexuais argumentam sobre suas práticas homossexuais, geralmente fazem uso desse mesmo tipo de raciocínio afirmando que o homossexualismo é uma questão de gosto pessoal. No entanto, para o bem da humanidade e para a preservação da sociedade, ninguém tem o direito de se valer dessa lógica em se tratando de questões de ordem moral.

Ninguém pode, por exemplo, simplesmente argumentar que molestar uma criança é apenas uma questão de gosto pessoal, pois tal ato de perversidade violenta a lei da moralidade básica humana. Você leitor, não pode argumentar que a selvageria de Francisco de Assis Pereira, o Maníaco do Parque, que estuprou, torturou e matou pelo menos seis mulheres em 1998 em São Paulo, é uma questão banal de gosto pessoal, pois está evidente na lei da consciência humana que o que ele fez foi crime contra a vida.

Partindo desse ponto, chega-se a uma conclusão importante: a lei da moral absoluta existe. E ela só existe porque Deus existe. Vou explicar melhor: existe um senso inato de certo e errado na consciência humana, e Deus, de acordo com o cristianismo é o fundamento de toda ética e de toda moral. Como disse Dr. R.C. Sproul: "A existência de Deus é o elemento principal na construção de qualquer visão de mundo.[1] Mas a verdade é que muita gente nega a existência de Deus e o tratam como um ser desnecessário para a vida, sentado no banco dos réus, sob a ira do pecador. E muitos encontram nessa “fé no acaso” razões suficientes para justificarem suas práticas absurdas.

No entanto, o que eles esquecem é que temos apenas duas respostas a serem dadas para a existência de Deus: Ou Ele existe e a vida tem valores, ou então ele não existe e estamos todos convidados à celebração da barbaridade. Vou ilustrar isso melhor: A crueldade do casal Nardoni em assassinar a pequenina Isabella; o abuso sexual infantil, a pedofilia dos padres, o estupro, o roubo, etc, só podem ser rotulados como “errados” se Deus Existir. Ora, se Ele não existe quem pode dizer quem está certo e quem está errado? Um homem não pode simplesmente dizer que uma linha é torna a menos que ele tenha algum conceito sobre uma linha reta[2]. Da mesma forma, você só pode afirmar que a atitude do casal Nardoni foi “um crime cruel” se você tiver um conceito definido de certo e errado, caso contrário você não poderá acusá-los de crime contra a vida de uma criança.

Ora, se Deus não existe, como afirmam os ateus, então todas as coisas são permitidas, inclusive ser assassino, molestador, estuprador, homossexual, lésbica, violento, tirano, etc.

Com isso estou afirmando que Deus é a tese principal da ética social. Como afirma Sproul, “Negar essa premissa mestra significa içar as velas para a ilha do niilismo”.[3] Sem Deus o ser humano se deforma por completo e a raça humana fica condenada à extinção. Sproul mostra de forma interessante que mesmo Emmanuel Kant, o agnóstico do século XVIII, pensava que “se Deus não existir não teremos esperança de uma comunidade humana ou civilização”[4]. Sem Deus não há legislador absoluto, e se não há legislador absoluto, também não há lei e, se não há lei ninguém tem o direito de impor normas de conduta e moralidade sobre os outros. Por quais razões estaria eu constrangido a obedecer ordens de seres semelhantes a mim?

Assim não teríamos como julgar os atos bárbaros dos seres humanos, afinal sem lei moral, não há padrão para certo ou errado. Nesse caso os homossexuais estariam corretos, restando-nos apenas o ato de instituição definitiva do homossexualismo como a mais “correta” forma de relação sexual.

Sem Deus é impossível condenar gestos de opressão, discriminação, crime e chantagens. Sem Deus também não há razão para enaltecer atos de fraternidade, igualdade e amor como “coisas boas”, pois em um universo sem Deus, bem e mal não existem; existem apenas instintos humanos sem valores morais, como os dos animais irracionais que perambulam por ai sem saber o que estão fazendo. E o que é mais grave: sem Deus tanto faz praticar a pedofilia como construir centros de abrigos a menores desamparados, não faz diferença. Por quê? Porque sem Deus não há ninguém para dizer que você está certo ou errado.

Portanto, a grande questão levantada contra o homossexualismo, o aborto, a pedofilia, o assassinatos, e todas as outras coisas que a própria consciência humana condena, é: Deus existe? Se a resposta for positiva como nós afirmamos, então temos como saber o que é certo e o que é errado, e precisamos recorrer a esse padrão para respondermos ao homossexualismo. Caso a resposta seja: não! Deus não existe! Então, admitiremos que o ato de barbaridade dos nazistas Alemães em lançar homossexuais, judeus, ciganos e prostitutas nos campos de concentração não pode ser visto como algo ruim, uma vez que não temos uma lei que julgue entre certo e errado. Como afirma Craig “Se Deus não existe vale qualquer coisa, inclusive discriminação e a perseguição contra os homossexuais”.

Mas, a verdade é que muitos homossexuais não assumem a postura do niilismo absoluto, ou seja, da negação total do Deus judaico-Cristão; e por conta disso querem sempre falar em “princípios de moralidade básica e dignidade pessoal”. Willian Craig bem afirmou: “o problema é que muitos defensores da homossexualidade não querem se tornar ateus”[5]. Por isso, quando alguém discrimina ou agride um homossexual eles acham isso um “absurdo”; eles fazem protesto e dizem que tal atitude é errada. “Na verdade querem afirmar os princípios cristãos de que o certo e o errado existem”.[6]

Esse tipo de incoerência é muito bem ilustrado nas programações da nefanda Rede Globo. Em programas como o “Big-Brother” e “Amor e Sexo”, por exemplo, eles exaltam a promiscuidade, o homossexualismo e a banalização do sexo. Mas, no Jornal Nacional e no Fantástico eles fazem uma busca implacável pelos “culpados” de estupro, pedofilia, tráfico de drogas e agressão ao homossexual. Por um lado eles promovem a barbaridade e por outro querem julgar aqueles que eles mesmos produziram. Que incoerência miserável!

A única resposta que temos para tal atitude é a de que, por mais perverso que seja o coração humano, a norma da Lei de Deus ainda está gravada lá[7]. Jean Paul Sartre, o existencialista ateísta, afirmou que “mesmo que alguém não acredite em Deus, há elementos da idéia de Deus que permanecem em nós”[8]. E um desses elementos mais fortes é o da lei moral no coração humano. “Todas as pessoas têm um senso inato de certo e errado. Por isso é que coisas como amor, lealdade, respeito, generosidade são considerados valores positivos que todas as pessoas apreciam e respeitam”[9].

Mas, como Vimos até aqui, juízo de valor e julgamento sobre questões morais só são possíveis se Deus existir. Assim, se eles querem continuar com algum argumento de ordem moral, sobre certo ou errado; ou se querem ficar “horrorizados” e “chocados” com uma atitude “tirânica” e “despótica” de “discriminação” e “intolerância” contra homossexual (tudo entre aspas porque sem Deus isso é conversa fiada), então eles têm que reafirmar a verdade central da vida: Deus existe e ele não está calado. Nós cristãos, estamos firmes nesta verdade da Existência de Deus, e eles, estão encurralados contra Deus. E quanto aos ateus? Quanto aos ateus, que eles se entendam com Deus.

Ora, se Deus, o grande legislador do universo, existe e falou ao homem, então, impõe-se que comecemos a perguntar: o que esse Legislador diz sobre a prática homossexual? Isso define a questão de uma vez por todas.

Claro que eu, ser humano como os outros, não tenho autoridade para condenar práticas de ninguém. Mas, o Deus da Lei é legislador sobre todos e ele ditou normas definidas sobre o comportamento humano. Vejamos então o que Ele mesmo disse sobre o assunto e assim o assunto está encerrado.

Há pelo menos seis passagens na Bíblia que condenam diretamente a prática homossexual. A primeira delas é em Levíticos 18.21-23: “Eu sou o SENHOR. Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação. Nem te deitarás com animal, para te contaminares com ele”. Veja o Legislador do universo condenando a prática homossexual. Ainda Levíticos 20.13 está dito: “Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável; serão mortos; o seu sangue cairá sobre eles”. Aqui a punição para a prática homossexual é a pena de morte. Ou seja, o homossexualismo está na lista dos pecados dignos de pena de morte na perspectiva do legislador do universo. É claro que depois da cruz não se deve mais punir homossexualismo com a pena de morte. Mas o princípio aqui é: o Deus da Bíblia, o mesmo que alguns homossexuais dizem crer, é contra a prática homossexual. Como disse Willian Craig “a prática homossexual, aos olhos de Deus, é um pecado sério”[10]. Não há saída.

Veja ainda o texto de Gênesis 19.4-5: “Mas, antes que se deitassem, os homens daquela cidade cercaram a casa (de Ló), os homens de Sodoma, tanto os moços como os velhos, sim, todo o povo de todos os lados; e chamaram por Ló e lhe disseram: Onde estão os homens (os anjos) que, à noitinha, entraram em tua casa? Traze-os fora a nós para que abusemos deles”.

O episódio aqui relatado é muito conhecido na tradição Judaico-cristã. Fala da tentativa de estupro contra os anjos de Deus. A perversidade homossexual do povo de Sodoma chegou a um nível tão execrável que eles queriam possuir sexualmente os santos anjos do Deus Eterno. Não é de admirar que Deus, o Legislador do Universo, tenha destruído com fogo e enxofre as cidades de Sodoma e Gomorra.

Fonte Via: Sociedade Calvinista