quarta-feira, 23 de março de 2011

Dá para acreditar que existe algum genocídio contra homossexuais?

Don Hank

Há alguma ameaça de que os gays nos países ocidentais logo sejam exterminados por bandos de homófobos perigosos?

Pergunta muito ridícula, né?

Não, os gays gozam privilégios especiais aqui no Ocidente. Em San Francisco eles têm liberdade de vagar pelados pelas ruas durante a parada do orgulho gay na Folsom Street, praticando reais atos sexuais em público sob a total vista de desafortunados espectadores, inclusive crianças, que tiveram o azar de topar com esse cenário. (Não vou dar os links das fotos dessa perversão, mas se você quiser confirmação, basta buscar no Google usando as palavras chaves: folsom street gay pride ou coisas semelhantes).

Entretanto, muitos governos ocidentais estão aflitos com a “condição horrível” dos gays, ao mesmo tempo em que cristãos no mundo inteiro estão perdendo o direito de dar testemunho sobre a cura e o poder redentor de Deus por meio de Jesus Cristo. A agenda desses tiranos que nos governam mediante furtivas manobras fabianas sem nosso consentimento é evidente para todos os que têm pelo menos metade de um cérebro: Eles estão ansiosos para acabar com a cultura cristã tradicional — aliás, qualquer cultura minimamente decente que inclua o casamento tradicional, a lei e a ordem.

Enquanto isso, os novos governos “democráticos” no Oriente Médio massacram suas populações cristãs, enquanto gozam apoio total de quase toda a classe dominante — essa oligarquia que maneja um poder cada vez mais ditatorial através dos grandes meios de comunicação, universidades, sistema “educacional” e a vasta maioria das classes profissionais, e nossa própria classe dominante finge se importar profundamente com a perseguição aos gays.

Logo depois que o governo americano invadiu o Iraque, as igrejas cristãs assírias começaram a ser queimadas e suas congregações perseguidas, assassinadas e dispersas. Muitos agora vivem na Suécia. O governo americano não disse nada, fingindo que o único inimigo era o “terrorismo”, não o fanatismo islâmico. Os cristãos coptas no Egito estão neste momento sofrendo destino semelhante, graças em grande parte à colaboração do Ocidente. As forças armadas do novo governo “democrático” egípcio apoiado por Obama e pelos líderes da Europa atacaram um monastério copta logo depois que Mubarak foi derrubado da presidência, baleando e matando vários monges. A Irmandade Muçulmana, apoiada por Barack Obama, está por trás da matança e perseguição. A imprensa ocidental está de boca totalmente fechada.

Mas os meios de comunicação e a oligarquia nos dizem que são os gays que estão sendo perseguidos e estão em necessidade extrema de nossa proteção. É mentira. Os gays não estão sofrendo nem mesmo a fração de um por cento da perseguição que os cristãos estão sofrendo no mundo inteiro. No entanto, eles são a nova classe protegida, e governos como o do Brasil estão correndo para ajudá-los como se eles tivessem sido vítimas de um tsunami, terremoto e desastre nuclear.

Na maioria dos países, ninguém ousa mencionar que o estilo de vida deles provoca doenças como a AIDS ou outras DSTs. Ninguém pode nem mesmo dar um conselho e assistência para ex-gays ou pessoas com atrações indesejadas de mesmo sexo. Meu amigo brasileiro Julio Severo foi forçado a deixar sua pátria porque aconselhava os homens a vencer a homossexualidade e viver vidas seguras, saudáveis e morais.

Ele estava lhes oferecendo valiosa assistência.

Mas a liderança de extrema esquerda do Brasil, começando com o ex-presidente Lula e agora continuando com Dilma Rousseff (que é mais venenosamente anticristã e é uma ex-terrorista envolvida no assassinato de várias pessoas, inclusive um americano), diz que é ilegal ajudar os homossexuais a vencerem seu estilo de vida.

Qualquer pessoa que está nesse estilo de vida está praticamente enjaulada, por lei, pelo resto da vida.

Qualquer homem que deseja abandonar o sexo anal, por motivos de segurança, fé ou moralidade, ou quaisquer que sejam as razões, é aconselhado a deixar o Brasil.

Não há espaço para a decência no Brasil, que vem passando por um perfeito bombardeio de malignidade ultra-marxista e não tem como sair desse rumo. O resto do Ocidente está seguindo a mesma tendência.

E a maioria dos americanos (e europeus) não está atenta à tragédia moral que está se revelando no Brasil.

É hora de despertarmos e procurarmos conhecer as pessoas que vivem no mesmo hemisfério que nós. É hora de aprendermos uma nova palavra no vocabulário: Não.

Não conosco. Não com meu país.

Mais detalhes sobre Julio:

Julio Severo provocou um “terremoto” quando alertou as igrejas e a sociedade do Brasil sobre a agenda gay e sobre a reversibilidade do imoral estilo de vida gay.

Ele é o autor do livro “O Movimento Homossexual”, publicado em 1998 pela Editora Betânia. Seu livro foi o primeiro livro em português a desmascarar as intenções do movimento gay.

Em 2007, quando ele ajudou a conscientizar o público sobre o PLC 122, o projeto de lei “anti-homofobia”, os ativistas gays começaram a ameaçar a Editora Betânia, que abandonou o livro sob essa pressão. Os ativistas também entraram com ações contra Severo. Desde então, o MPF vem tentando amordaçá-lo e bloquear seus artigos.

Provavelmente, eles nada podem fazer contra ele agora, pois ele está longe do Brasil. Mesmo assim, a maior organização gay do Brasil, que recebeu apoio de Hillary Clinton para ter credenciamento oficial na ONU em 2010, está buscando achar sua localização. Essa mesma organização, a ABGLT, também entrou com ação contra ele.

Blog Julio Severo:
http://www.juliosevero.com/

Versão em inglês: Would you believe genocide against homosexuals?

Versão em espanhol: ¿Puedes creer que existe un genocidio contra los homosexuales?

Fonte: Laigle’s Forum
 
Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/2011/03/da-para-acreditar-que-existe-algum.html

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