sábado, 30 de abril de 2011

EX-TRAVESTI, TRANSFORMADO POR DEUS! Testemunho IMPERDIVEL






Pr. Paulinho de Jesus (PARTE 2) - Ex-Travesti, transformado por Deus - Testemunho IMPERDIVEL





Pr. Paulinho de Jesus (PARTE 3) - Ex-Travesti, transformado por Deus- Testemunho IMPERDIVEL




Pr. Paulinho de Jesus (PARTE 4) - Ex-Travesti, transformado por Deus - Testemunho IMPERDIVEL





Pr. Paulinho de Jesus (PARTE 5) - Ex-Travesti, transformado por Deus - Testemunho IMPERDIVEL




Pr. Paulinho de Jesus (PARTE 6) - Ex-Travesti, transformado por Deus - Testemunho IMPERDIVEL




ex-homossexual Paulinho de Jesus 7




Pr Paulinho de Jesus PARTE 8




Pr. Paulinho de Jesus (PARTE 1) - Ex-Travesti, transformado por Deus - Testemunho IMPERDIVEL

Você conhece a Mídia-Rosa-Choque? Especialista em fara dos que morrem, e não dos que matam. CONFIRA O VÍDEO



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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Oremos pelo sofrimento da ex-lésbica Lisa Miller e sua filha biológica Isabella

Pastor acusado depois de ajudar ex-lésbica a fugir dos EUA com filha

28 de abril de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um pastor evangélico foi acusado no estado americano de Vermont de dar assistência num rapto internacional por alegadamente ajudar a ex-lésbica Lisa Miller a escapar dos EUA com sua filha Isabella.
Lisa Miller e sua filha biológica Isabella
Lisa e Isabella, de nove anos, desapareceram em janeiro de 2010 depois de uma disputa de custódia com Janet Jenkins, a ex-parceira homossexual de Lisa, com quem ela havia entrado num “casamento” de mesmo sexo em Vermont.
Timothy David Miller, pastor menonita Amish, foi acusado na segunda-feira depois que o FBI encontrou evidências de que ele havia arrumado os voos para Lisa e Isabella irem para a Nicarágua. O Pr. Timothy, que vive em Crossville, Tennessee, não tem nenhum parentesco com Lisa.
Ele está sendo acusado de “ajudar na remoção de uma criança dos Estados Unidos… com a intenção de obstruir o exercício legal do direto do ‘pai’”.
O FBI descobriu mensagens de e-mails para amigos e familiares em que o Pr. Miller discutia o voo, e também encontraram evidências de que as passagens de avião foram compradas com o cartão de crédito da sogra dele.
Ele pagou uma fiança de 25.000 dólares e foi solto sob a custódia de um amigo. Ele está marcado para aparecer de novo no tribunal em 10 de maio.
Lisa, que deixou Janet em 2003 e se converteu ao Cristianismo, se tornando evangélica, concebeu Isabella por meio de inseminação artificial. A menina nunca foi adotada por Janet.
Apesar disso, um juiz de Vermont declarou que Janet era um “pai” para Isabella e exigiu que Lisa Miller desse permissão para Janet passar dias com a menina sozinha.
Mas depois que Isabella mostrou sinais de trauma emocional após as visitas, Lisa se recusou a permitir outros contatos com Janet.
No final, depois de várias visitas não cumpridas, Richard Cohen, juiz de Vermont, transferiu a custódia para Janet em novembro de 2009, compelindo Lisa a fugir dos EUA.
Em novembro, o Supremo Tribunal dos EUA rejeitou o pedido de Lisa por um recurso depois que o Supremo Tribunal de Vermont sustentou a decisão judicial original.
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Lésbica Janet Jenkins começa campanha na mídia para ganhar a custódia da filha de ex-parceira
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Juiz dá a Miller 30 dias para transferir filha para ex-amante lésbica ou enfrentar prisão
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Aceita a ordem de transferência de menina para lésbica que não tem nenhum parentesco com ela — advogados recorrem
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http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2010/01/ex-lesbica-lisa-miller-desaparece-antes.html
Lisa Miller recebe ordem de entregar custódia da filha para ex-amante lésbica
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/12/lisa-miller-recebe-ordem-de-entregar.html
Lisa Miller ameaçada com perda de custódia se não entregar a própria filha para ex-amante lésbica
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/09/lisa-miller-ameacada-com-perda-de.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Carta de um ex-gay às autoridades

Carta aos Deputados e Senadores

Esta carta tem a finalidade de chamar a atenção de Vossa Excelência para o fato de que diariamente, centenas de homens e mulheres decidem pessoalmente mudar de orientação sexual. Essa escolha é pessoal e somente cada indivíduo poderia esclarecer os motivos dessa decisão. Apesar disso, o Estado e a sociedade em geral recusam-se a reconhecer e respeitar a escolha dessas pessoas. Tanto a mídia quanto alguns setores da sociedade civil organizada promovem ações que fomentam a intolerância e o escárnio contra os ex-gays e seus apoiadores. Consequentemente, a maioria dos cidadãos brasileiros desconhecem os efeitos perversos do preconceito e da discriminação contra aqueles que mudaram de orientação sexual.

Nesse contexto, é vergonhoso observarmos que no amplo arcabouço da legislação nacional acerca dos direitos à diversidade sexual encontra-se uma delimitação dogmática das identidades sexuais. Praticamente todos os instrumentos jurídicos que dispõem sobre esse tema encontram-se direcionados exclusivamente à comunidade formada por lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis. Desse modo, outras expressões possíveis e legítimas da sexualidade humana encontram-se relegadas à indiferença, no que se refere ao reconhecimento por parte do Estado, à invisibilidade e ao escárnio perante a sociedade.

Certamente, sabemos que o reconhecimento e o respeito às diferenças de caráter sexual e afetivo são fundamentais para que se construa uma sociedade justa, fraterna e plural, na qual verdadeiramente todos os cidadãos sejam iguais perante a lei. Desse modo, parece inadmissível que as pessoas que voluntariamente mudam sua orientação sexual permaneçam ignoradas pelo Estado e expostas ao ridículo pela sociedade.
No Brasil, pessoas que se declaram ex-gays ou ex-lésbicas ainda são discriminadas e excluídas socialmente. Na verdade, chega-se ao absurdo de negarem que essas pessoas sequer existam, de fato, ou que estejam falando a verdade ao dizerem haver mudado a orientação sexual. As causas dessa discriminação e exclusão são os mitos e preconceitos que dificultam os relacionamentos e a inclusão das pessoas. Enquanto gays e lésbicas recebem incentivo estatal e amplo apoio social para assumirem a homossexualidade, os ex-gays e ex-lésbicas são condenados a permanecerem no armário. Os ex-gays permanecem no armário porque não recebem apoio da mídia nem se encontram incluídos nas políticas públicas que promovem a diversidade sexual.

Ainda que se possa argumentar que um ex-gay ou uma ex-lésbica seja um heterossexual e, por isso, não se fariam necessários ajustes nas leis de proteção à livre orientação sexual, esse argumento não deveria ofuscar o fato de que esta não é a percepção da sociedade acerca dessas pessoas. Há um conjunto enorme de evidências do preconceito e da discriminação a que se sujeitam as pessoas que eventualmente tenham experimentado a mudança de orientação sexual.

Basta indagarmos qualquer pessoa pelas ruas do Brasil e perguntá-la qual é a sua opinião acerca dos chamados “ex-gays”. Invariavelmente, serão ouvidas gargalhadas e chacotas de toda sorte. Após os gracejos, é praticamente certo de que essa pessoa responda enfática e dogmaticamente: “não existe ex-gay”.
De igual modo, se assistirmos aos programas humorísticos da TV brasileira, veremos personagens que contribuem para aumentar o preconceito e a discriminação contra os ex-homossexuais. Tanto no SBT quanto na Rede Globo, há personagens chamados de “ex-gays” cujos papéis consistem apenas em demonstrar o caráter supostamente fraudulento das pessoas que declaram haver mudado a orientação sexual. Esses programas evidenciam de maneira inequívoca que os ex-gays constituem uma minoria que necessita do reconhecimento legal e da proteção das leis contra a discriminação baseada na orientação sexual.

Embora o reconhecimento legal e a proteção estatal das pessoas que se declaram ex-gays ou ex-lésbicas possam fomentar o preconceito e a discriminação contra os indivíduos que se identificam como gays e lésbicas, é fundamental reconhecermos que não podemos admitir que uma minoria permaneça sendo discriminada em benefício de outra igualmente vulnerável e historicamente exposta à discriminação e à violência. Afinal, não se pretende eliminar TODAS as formas de discriminação?

É imperativo reconhecer que as leis de proteção às diversas identidades sexuais devem promover a verdadeira diversidade sexual e inclusão social. Consequentemente, essa legislação deve incluir as pessoas que mudam de orientação sexual ou identidade de gênero, independente da direção em que ocorra essa mudança.

Importa atentarmos para o que estabelece a Constituição de 1988, notadamente no que se refere aos princípios da dignidade da pessoa humana (artigo 1º, inciso III), da igualdade (artigo 5º, caput), da vedação de discriminações odiosas (artigo 3º, inciso IV), da liberdade (artigo 5º, caput) e da proteção à segurança jurídica, constataremos a obrigatoriedade do reconhecimento do direito de expressão dos ex-gays e ex-lésbicas. Afinal, o não reconhecimento dos direitos dessa minoria contraria o preceito fundamental da liberdade (da qual decorre a autonomia da vontade), igualmente previsto na Constituição Federal.

Também é importante que se destaque o reconhecimento formal de lideranças do Movimento Homossexual quanto à possibilidade de mudança de orientação sexual. Nesse sentido, devemos ponderar a opinião desses especialistas os quais podemos considerar “acima de qualquer suspeita”.

O Dr. Luiz Mott, antropólogo e fundador do Grupo Gay da Bahia, afirma que as pesquisas científicas e sua experiência pessoal, convivendo com milhares de homossexuais, provam que “existem, sim, ex-homossexuais”. De acordo com o Dr. Luiz Mott, sua experiência e muitos estudos comprovados cientificamente confirmam que “ninguém está inexoravelmente preso a um destino sexual”. Ele destaca, ainda, que existem inúmeros casos documentados de pessoas que mudaram a orientação sexual. Assim, o antropólogo concluiu que qualquer pessoa pode “experimentar novas performances eróticas e abandoná-las ou persistir naquelas que produzem maior prazer”. Em entrevista recente, o Dr. Mott declarou mais uma vez que mudança e possível: “Embora existam ex-gays [...] a coisa mais difícil é uma pessoa mudar sua orientação sexual.”

Assim como o Dr. Mott, a sexóloga e Senadora da República Martha Suplicy reconheceu que a homossexualidade não é um caminho sem volta. Em seu livro Sexo para Adolescentes, Suplicy afirma que os homossexuais podem se tornar heterossexuais se forem ajustados com tratamento psicológico. Além disso, a Senadora ressalta que essa mudança é ainda mais fácil se iniciada precocemente, “antes de a preferência sexual estar firmemente estabelecida.”

A Dra. Carmem Dora Guimarães, por sua vez, em seu livro Os Homossexuais vistos por “Entendidos”, constatou que os gays acham plausível a mudança de orientação sexual. A autora constatou que muitos homossexuais admitem a possibilidade de se casar com uma mulher. Segundo Guimarães, “no discurso de alguns, há referências à possibilidade de um casamento (heterossexual), ter filhos…”

Para Fabrício Viana, psicólogo e autor do livro O Armário, o desejo e maleável. Ele defende a idéia de que uma pessoa pode ter o desejo sexual orientado por alguém do mesmo sexo em um momento e depois passar a desejar alguém do sexo oposto.

A socióloga Marina Castañeda, por exemplo, autora do livro A Experiência Homossexual, entende que “a orientação sexual pode mudar em um dado momento” De igual modo, Betty Fairchild e Nancy Hayward, em seu livro Agora que Você Já Sabe, declaram que “a identidade sexual normalmente fixa-se cedo na vida, mas algumas pessoas modificam-se de acordo com a situação vivida no momento”.

Apesar de todas as evidências de que algumas pessoas efetivamente mudam sua orientação sexual, os ex-gays padecem da mais perversa forma de bulling: a negação do direito de existir. Diante disso, os ex-gays não dispõem de liberdade e segurança para assumirem sua condição sexual ou compartilharem suas experiências livremente. Nesse clima em que se alternam a indiferença estatal e a intolerância social, os ex-gays são rotulados de fanáticos, alienados, incoerentes. Tudo isso porque eles simplesmente insistem em existir.

Uma das maiores dificuldades enfrentadas pelos ex-gays acontece quando uma dessas pessoas se casa com alguém do sexo oposto. Além de perder seus amigos da comunidade LBGTT, encontra-se impedido de fazer novas amizades entre os heterossexuais devido ao preconceito e à desconfiança acerca da efetividade dessa mudança. Se os homossexuais costumam receber alguma aceitação social ao declarem sua orientação sexual, os ex-homossexuais recebem apenas o desdém da comunidade gay e a desconfiança dos heterossexuais.

Essa dupla discriminação provoca constrangimentos à família do ex-gay e sofrimento intenso ao indivíduo que ousou empreender uma mudança que a sociedade insiste em ignorar e discriminar. Quem poderia culpá-los por desejarem mudar de orientação sexual? Quem poderia negar-lhes esse direito e, ainda assim, declarar-se “defensor dos direitos humanos”?

Se a liberdade e a justiça são condições necessárias para a construção de uma sociedade igualitária, os ex-gays devem ser incluídos expressamente nas leis contra o preconceito e a discriminação. Afinal, se nenhuma forma de discriminação é defensável, como poderíamos deixar de amparar um grupo de pessoas que se encontra duplamente discriminadas?

Nesse contexto, considerando a luta do Ministério Público em defesa da liberdade de orientação sexual e dos direitos às minorias sexuais, solicito-lhe que se promova a inserção no arcabouço jurídico brasileiro formal e expressamente o reconhecimento e o respeito aos direitos das pessoas que se declaram ex-lésbicas, ex-gays, ex-bissexuais, ex-transexuais, ex-travestis e ex-transgêneros.

Afinal, se o Estado promove a proteção formal e expressa daqueles que se diziam heterossexuais e posteriormente assumiram outra identidade de gênero, por que os cidadãos que dizem haver feito o caminho inverso deveriam continuar impedidos de expressar livremente e sem constrangimentos esse aspecto de sua trajetória sexual? Quais seriam os motivos pelos quais os ex-gays devem permanecer privados dos mesmos direitos e proteção que assistem aos gays? Haveria fundamento jurídico, moral ou filosófico para que o Estado e a sociedade continue negando aos ex-gays os benefícios estatais e sociais que são concedidos homossexuais?

Espero que Vossa Excelência demonstre que sua percepção acerca da liberdade de orientação sexual é plena – não se restringindo às identidades dogmaticamente estabelecidas por uma parte da comunidade LGBTT – e promova a inclusão do termo “ex” nessa sigla, em referência expressa, clara e inequívoca de que o direito à livre orientação sexual alcança as ex-lésbicas, ex-gays, ex-transexuais e ex-travestis. Afinal, se o Brasil é um país de todos e de todas, porque os ex-gays não deveriam ser incluídos na legislação de proteção à livre orientação sexual?

Finalmente, é preciso reconhecermos que a promoção do direito à livre orientação sexual de um grupo enquanto se exclui dessa proteção a liberdade sexual de outro grupo constitui uma forma nefasta, perversa e cruel de discriminação.

Assim, certo de poder confiar na boa fé e no interesse público da sua luta em defesa dos direitos humanos e sexuais de todas as pessoas, espero que Vossa Excelência empreenda providências tempestivas para aliviar parte do sofrimento de que são vítimas os ex-gays.

Respeitosamente,

Claudemiro Soares Ferreira*

clausofe@gmail.com

(61) 9133-7606

* Ex-gay, Mestre em Saúde Pública, Especialista em Políticas Públicas, Bacharel em Administração, Professor Universitário, Escritor e Auditor da Controladoria Geral da União.

Fonte: http://fenasp.com/site/index.php/2011/04/28/carta-de-um-ex-gay-as-autoridades/

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Pedimos para todos os cristãos ORAR pela vida de Luiz Mott e demais homossexuais para poder experimentar o milagre transformador e Vida Abundante que o Grande e Eterno DEUS FAZ!

(Luiz Mott Considerado como o "papa" dos homossexuais brasileiros confessa que teve relações homossexuais com mais de 500 parceiros)

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Uma perspectiva cristã sobre a homossexualidade

Sinopse

O tema homossexualidade continua a desafiar a igreja evangélica a elucidar sua posição teológico-ética sobre o assunto, bem como a aperfeiçoar sua prática missiológica.

O propósito deste livro é analisar alguns aspectos da hermenêutica pró-homossexual, apresentar uma versão sucinta do ensino bíblico sobre o assunto e apontar algumas implicações desse fenômeno crescente.

Valdeci da Silva Santos é ministro presbiteriano com mestrado em Teologia Sistemática (Th.M) e doutorado em Estudos Interculturais (Ph.D) pelo Reformed Theological Seminary, Jackson. É pastor da Igreja Evangélica Suíça de São Paulo e professor de Teologia Sistemática e Teologia Prática no Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper.

Valor: R$ 17,00 - incluso as despesas de Correio
Solicite no e-mail: editoraculturareformada@bol.com.br


Operação do Erro, A

Sinopse

"A Operação do Erro é leitura obrigatória para todos que buscam com sinceridade a exposição mais clara possível da atitude cristã em relação ao homossexualismo. Minha oração é que essa obra tenha o impacto que merece sobre todos os segmentos da nossa sociedade."
Dr. D. James Kennedy, Ph.D.
Pastor presidente da Igreja Presbiteriana de Coral Ridge, Flórida

"Um dos pontos fortes deste bem documentado livro de Joe Dallas é sua fidelidade ao texto bíblico. Chama continuamente nossa atenção para fatos, histórias, leis e ensinos bíblicos acerca de questões da sexualidade humana. Refuta com precisão lógica várias afirmações dos principais teóricos seculares e teólogos revisionistas pró-gays. Confronta com penetrante lógica bíblica conservadora o que chama de operação do erro."
Ageu Heringer Lisboa
Psicoterapeuta, fundador do Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos

A Operação do Erro encara com firmeza e franqueza a aceitação crescente do homossexualismo entre os evangélicos. Da sua perspectiva singular do movimento cristão a favor do homossexualismo, Joe Dallas nos traz:

- O cenário completo do desenvolvimento e da natureza do movimento;
- Uma comprensão concisa e detalhada das convicções teológicas a favor do homossexualismo;
- Uma resposta bíblica clara a cada afirmação;
- Um plano prático e compassivo para trazer a verdade às pessoas presas ao estilo de vida homossexual.

Em A Operação do Erro você encontrará o equilíbrio crucial entre denúncia e compaixão e um guia para dialogar com quem aderiu à teologia favorável ao homossexualismo.

Joe Dallas, ex-presidente de Exodus International, é conferencista e diretor de uma clínica de aconselhamento em Orange, na Califórnia.

Valor: R$ 25,00 - incluso as despesas de Correio
Solicite no e-mail: editoraculturareformada@bol.com.br

sábado, 23 de abril de 2011

A ameaça da pornografia para as crianças - Um novo estudo que exige ações por P. John Flynn, L.C.

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http://pedofilianauniversidade.blogspot.com/2011/04/ameaca-da-pornografia-para-as-criancas.html

Uma perspectiva cristã sobre a homossexualidade pelo doutor em filosofia William Lane Craig


Uma das questões mais importantes e voláteis que a Igreja enfrenta hoje é a questão da homossexualidade como um estilo de vida alternativo. A Igreja não pode se esquivar dessa questão. Eventos como o brutal assassinato de Matthew Shepherd, o estudante homossexual de Wyoming, ou os recentes escândalos envolvendo padres pedófilos, que abalaram a Igreja Católica, servem para trazer essa questão para o centro da cultura Americana.

Cristãos que rejeitam a legitimidade do estilo de vida homossexual são geralmente taxados de homofóbicos, intolerantes e até odiosos. Há uma grande intimidação em relação a essa questão. Algumas igrejas inclusive têm aprovado o estilo de vida homossexual e aceitam aqueles que praticam a homossexualidade como ministros da igreja.

E não pense que isso só tem acontecido em igrejas liberais. Um grupo de evangélicos chamado Evangelicals Concerned é um grupo de pessoas que aparentam ser cristãos nascidos-de-novo, crentes na Bíblia, mas também homossexuais praticantes. Eles alegam que a Bíblia não proíbe a atividade homossexual, ou que seus mandamentos não são válidos para hoje, mas são apenas reflexo da cultura na qual eles foram escritos. Essas pessoas podem ser ortodoxas em relação à Jesus e todas as outras áreas de ensino; mas eles pensam que é correto ser um homossexual praticante. Eu lembro de ouvir um acadêmico do Novo Testamento numa conferência profissional relatar a história de que uma vez foi falar em um de seus encontros: "As pessoas estavam seriamente preocupadas sobre o que você iria dizer", seu anfitrião disse depois do encontro. "Por quê?", ele perguntou surpreso. "Você sabe que eu não sou homofóbico!". "Ah, não, não era essa a preocupação", seu anfitrião afirmou. "Eles temiam que fosse você ser muito histórico-crítico!".

Então quem somos nós para dizer que esses aparentes cristãos sinceros estão errados?

Essa é uma pergunta muito importante. Quem somos nós para dizer que eles estão errados? Mas essa pergunta levanta uma pergunta ainda mais profunda, que deve ser respondida primeiro: o certo e o errado realmente existem? Antes de determinar o quê é certo ou errado, você tem que saber se realmente há um certo e errado.

Bem, qual é a base para dizer que o certo e o errado existem, que realmente há uma diferença entre os dois? Tradicionalmente, a resposta tem sido que os valores morais se baseiam em Deus. Deus é, pela Sua própria natureza, perfeitamente santo e bom. Ele é justo, paciente, misericordioso, generoso - tudo que é bom vem dele e é um reflexo de Seu caráter. Agora, a natureza perfeitamente boa de Deus se traduz em mandamentos para nós, que se tornam nossos deveres morais, por exemplo: "Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, entendimento e força", "Amarás o teu próximo como a ti mesmo", "Não matarás, furtarás, ou cometerás adultério". Essas coisas são certas ou erradas baseadas nos mandamentos de Deus. E os mandamentos de Deus não são arbitrários, mas fluem necessariamente de Sua natureza perfeita.

Esse é o entendimento Cristão de certo ou errado. Existe realmente um ser como Deus, que criou o mundo e nos criou à Sua imagem. E ele, realmente, nos ordenou certas coisas. Somos, realmente, obrigados a fazer certas coisas (e a não fazer outras). Moralidade não está apenas em sua mente. Ela é real. Quando falhamos em cumprir os mandamentos de Deus, nós estamos culpados perante Ele e necessitamos de Seu perdão. O problema não é só que nos sentimos culpados; nós realmente somos culpados, não importando como nos sentimos. Eu posso não me sentir culpado, porque eu tenho uma consciência insensível, cauterizada pelo pecado; mas, se eu tiver quebrado um mandamento de Deus, eu sou culpado, não importando como eu me sinta.

Então, por exemplo, se os Nazistas tivessem vencido a Segunda Guerra e alcançassem o objetivo de lavar a mente, ou exterminar quem quer que discordasse deles, para que, então, todos pensassem que o Holocausto tivesse sido algo bom, ainda assim seria errado, porque Deus afirma que é errado, não importando a opinião humana. Moralidade é baseada em Deus, então o certo e o errado existem realmente e não são afetados pelas opiniões humanas.

Eu enfatizei esse ponto por ser tão estranho para muitas pessoas na nossa sociedade hoje. Hoje muitas pessoas pensam no certo e errado não como uma questão de fato, mas como uma questão de gosto. Por exemplo, não há nenhum fato objetivo em brócolis ser gostoso. É gostoso para alguns, mas ruim para outros. Pode ser ruim para você, mas é bom para mim! As pessoas pensam o mesmo em relação aos valores morais. Algo pode ser errado para você, mas certo para mim. Não há nenhum certo e errado na verdade. É apenas uma questão de opinião.

Agora, se não há nenhum Deus, então eu penso que essas pessoas estão absolutamente corretas. Na ausência de Deus, tudo se torna relativo. Certo e errado se tornam relativos de acordo com diferentes culturas e sociedades. Sem Deus, quem dirá que os valores de uma cultura são melhores do que os de outra? Richard Taylor, que é um proeminente filósofo americano - e não é cristão -, esclarece isso enfaticamente. Observe atentamente o que ele diz:

"A idéia de... obrigação moral é clara o bastante, estabelecida essa referência a algum legislador superior... mais do que à referência ao estado. Em outras palavras, nossas obrigações morais podem... ser entendidas como aquelas que são impostas por Deus... Mas e se esse legislador mais-alto-que-o-homem não for mais levado em consideração? O conceito de obrigação moral... ainda assim fará sentido?"

Ele diz que a resposta é "Não!". Eu cito: "O conceito de obrigação moral não é inteligível à parte da idéia de Deus. As palavras permanecem, mas o sentido se foi".

Ele continua e diz:

"A era moderna, repudiando a idéia de legislador divino, todavia, tem tentado manter as idéias de moralmente certo e errado, sem se dar conta que ao colocar Deus de lado eles também aboliram o sentido do certo e errado. Assim, até pessoas instruídas algumas vezes declaram que certas coisas como guerra, ou aborto, ou a violação de certos direitos humanos são moralmente erradas, e pensam que disseram alguma coisa verdadeira e com sentido. As pessoas instruídas não precisam ser lembradas, entretanto, que tais questões nunca foram respondidas à parte da religião".

Você percebe o que esse filósofo não-Cristão está dizendo? Se não há Deus, se não há legislador divino, então não há nenhuma lei moral. Se não há lei moral, então não há nenhum certo e errado. Certo e errado são simples convenções humanas e leis variam de sociedade em sociedade. Mesmo se todas concordarem, continuariam sendo invenções humanas.

Então se Deus não existe, certo e errado não existem também. Qualquer coisa é válida, incluindo a homossexualidade. Então, uma das melhores maneiras de defender a legitimidade do estilo de vida homossexual é se tornar ateu. Mas o problema é que muitos defensores da homossexualidade não querem se tornar ateus. Em particular, eles querem afirmar que o certo e o errado existem. Então você os ouve fazendo julgamentos morais a todo tempo, por exemplo: "É errado discriminar os homossexuais". E esses julgamentos morais não são para serem entendidos como relativos a uma cultura ou sociedade. Eles condenariam uma sociedade como a Alemanha Nazista que lançou os homossexuais em campos de concentração, junto com os judeus e outros indesejáveis. Quando o Colorado formulou uma emenda proibindo certos direitos especiais para os homossexuais, Barbara Streisand convocou um boicote ao estado dizendo: "O clima moral no Colorado se tornou inaceitável".

Mas vimos que esses tipos de julgamentos morais não têm sentido a menos que Deus exista. Se Deus não existe, tudo é válido, incluindo a discriminação e perseguição aos homossexuais. Mas não pára por aí: homícidio, estupro, tortura, abuso infantil - nenhuma dessas coisas seriam erradas, pois sem Deus não existe certo e errado. Tudo é permitido.

Então se podemos fazer julgamentos morais sobre o que é certo ou errado, temos que afirmar que Deus existe. Mas, então, a mesma pergunta que nós começamos - "Quem é você para dizer que a homossexualidade é errada?" - pode ser devolvida aos ativistas homossexuais: "Quem é você para dizer que a homossexualidade é certa?". Se Deus existe, então não podemos ignorar o que Ele diz sobre o assunto. A resposta correta ao "Quem é você...?" é "Eu? Não sou ninguém! Deus determina o que é certo e errado, e eu só estou interessado em aprender e obedecer o que Ele diz."

Então deixe-me recapitular o que vimos até aqui. A questão da legitimidade do estilo de vida homossexual é uma pergunta sobre o que Deus tem a ver com isso. Se não há Deus, então não há certo e errado, e não faz diferença que estilo de vida você escolhe - o perseguidor dos homossexuais é moralmente equivalente ao defensor da homossexualidade. Mas se Deus existe, não podemos seguir nos baseando em nossas opiniões. Temos que descobrir o que Deus acha sobre o assunto.

Então como descobrir o que Deus pensa? O Cristão diz "veja na Bíblia". E a Bíblia nos diz que Deus abomina os atos homossexuais. Logo, eles estão errados.

Então, basicamente o raciocínio é o seguinte:

(1) Somos todos obrigados a fazer a vontade de Deus.

(2) A vontade de Deus é expressa na Bíblia.

(3) A Bíblia proíbe o comportamento homossexual.

(4) Logo, o comportamento homossexual é contrário à vontade de Deus, ou é errado.

Agora se alguém resistir a este raciocínio, ele deve negar ou (2) 'A Vontade de Deus é expressa na Bíblia', ou (3) 'A Bíblia proíbe o comportamento homossexual'.

Vamos ver o ponto (3) primeiro: A Bíblia, de fato, proíbe o comportamento homossexual? Agora, veja como eu coloco a questão. Eu não perguntei se a Bíblia proíbe a homossexualidade, mas, sim, se a Bíblia proíbe o comportamento homossexual! Essa é uma distinção importante. Ser homossexual é um estado ou uma orientação; uma pessoa que tem orientação homossexual pode jamais expressar essa orientação em ações. Por contraste, uma pessoa pode se envolver em atos homossexuais mesmo sendo de uma orientação heterossexual. O que a Bíblia condena são as ações e comportamento homossexual. A idéia de uma pessoa sendo homossexual por orientação é uma característica da psicologia moderna e pode ter sido desconhecida para as pessoas do mundo antigo. Eles estavam familiarizados com os atos homossexuais, e é isso que a Bíblia proíbe.

Isso tem implicações enormes. Significa que todo esse debate sobre a questão de se a homossexualidade é algo que já nasce com o individuo, ou é resultado de como você foi criado, na verdade, não importa no final. O que importa não é como você recebeu sua orientação, mas o que você faz com ela. Alguns defensores da homossexualidade anseiam em provar que seus genes, e não sua criação, é que determinam se você é homossexual, porque então o comportamento homossexual seria normal e correto. Mas essa conclusão não se segue de jeito algum. Só porque você é geneticamente pré-disposto a algum comportamento, não significa que tal comportamento é moralmente correto. Para exemplificar, alguns pesquisadores suspeitam que haja um gene que predispõe algumas pessoas ao alcoolismo. Isso significa que é correto para as pessoas com tal pré-disposição ir em frente e beber e se tornar um alcoólico? Óbvio que não! Se serve para qualquer coisa, serve para alertá-lo que deve se abster do álcool, para prevenir que isso aconteça. Agora, a verdade da questão é que nós não compreendemos completamente os papéis exercidos pela hereditariedade e a criação na produção da homossexualidade. Mas isso realmente não importa. Mesmo se a homossexualidade fosse completamente genética, esse fato ainda assim não seria nada distinto de um defeito de nascimento, como fissuras palatinas ou epilepsia. Não quer dizer que é normal e que não devamos tentar corrigir.

De qualquer forma, mesmo se a homossexualidade resultar da genética ou da criação, as pessoas geralmente não escolhem serem homossexuais. Muitos homossexuais testemunham o quão agonizante é se encontrar com esses desejos e lutar contra eles, e eles te dirão que nunca escolheram ser assim. E a Bíblia não condena uma pessoa por ter orientação homossexual. O que ela condena são os atos homossexuais. É perfeitamente possível ser homossexual e ainda assim ser um cristão cheio do Espírito e nascido de novo.

Assim como um alcoólico que está limpo se levanta num encontro dos AA e diz "Eu sou alcoólico", assim também um homossexual que está vivendo sem a prática e se mantendo puro deve estar pronto para se levantar em um encontro de oração e dizer "Eu sou um homossexual. Mas pela graça de Deus e pelo poder do Espírito Santo, eu tenho vivido separado para Cristo". E eu espero que tenhamos a coragem e o amor para recebê-lo como irmão ou irmã em Cristo.

Então, mais uma vez, a pergunta é: A Bíblia proíbe o comportamento homossexual? Bem, eu já disse que sim. A Bíblia é tão realista! Você pode esperar que ela não mencione um tópico como o comportamento homossexual, mas, de fato, existem seis lugares na Bíblia - três no Antigo Testamento e três no Novo Testamento - onde essa questão é abordada diretamente - para não mencionar todas as passagens que lidam com o casamento e a sexualidade, que tem implicações para essa questão. Em todas as seis passagens os atos homossexuais são inequivocamente condenados.

Em Levítico 18.22 diz que é abominação um homem se deitar com outro homem como se fosse mulher. Em Levítico 20.13 a pena de morte é prescrita em Israel para tal ato, junto com adultério, incesto e bestialidade. Agora, algumas vezes, os defensores da homossexualidade interpretam essas passagens à luz de outras proibições do Antigo Testamento contra o contato com animais impuros como porcos. Assim como os Cristãos não obedecem todas as leis cerimoniais do Antigo Testamento, assim também, eles dizem, não temos que obedecer as proibições em relação aos atos homossexuais. Mas o problema com esse argumento é que o Novo Testamento reafirma a validade das proibições do Antigo Testamento sobre o comportamento homossexual, como veremos abaixo. Isso mostra que essas passagens não eram somente parte das leis cerimoniais do Antigo Testamento, que já se passaram, mas sim parte da eterna lei moral de Deus. O comportamento homossexual é um pecado sério para Deus. O terceiro lugar onde os atos homossexuais são mencionados no Antigo Testamento é na terrível história de Gênesis 19, na tentativa de abuso aos visitantes de Ló pelos homens de Sodoma, de onde se deriva a palavra sodomia. Deus destruiu Sodoma por causa da perversidade deles.

Agora, se isso não é o bastante, o Novo Testamento também proíbe o comportamento homossexual. Em 1 Coríntios 6.9-10 Paulo escreve: "Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus". A palavra traduzida como "sodomita" se refere, na literatura Grega, ao intercurso sexual passivo ou ativo entre homens (Como eu disse, a Bíblia é muito realista!). Essa palavra também é citada em 1 Timóteo 1.10 junto com fornicadores, ladrões, mentirosos e assassinos, como "contrário à sã doutrina". O mais longo tratamento da atividade homossexual está em Romanos 1.24-28. Aqui Paulo fala sobre como as pessoas se desviaram do Deus Criador e passaram a adorar falsos deuses criados por si mesmos.

Ele diz,

"Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.

Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro".

Acadêmicos liberais tem feito acrobacias para tentar dar outra explicação que não o sentido claro expresso nesses versículos. Alguns disseram que Paulo só está condenando a prática pagã do abuso de menores pelos homens. Mas tal interpretação é obviamente errada, visto que Paulo diz, nos versos 24 e 27, que esses atos homossexuais são cometidos "homens com homens" e no verso 26 ele fala de atos de lesbianismo também. Outros acadêmicos têm dito que Paulo só está condenando os heterossexuais que se envolvem em atos homossexuais, mas não os homossexuais que o fazem. Mas essa interpretação é inventada e anacrônica. Já dissemos que foi apenas nos tempos modernos que a idéia de homossexual com orientação heterossexual se desenvolveu. O que Paulo está condenando são os atos homossexuais, não importando a orientação. Dado o contexto dessa passagem do Antigo Testamento e do que diz Paulo em 1 Coríntios 6.9-10 e 1 Timóteo 1.10, é claro que Paulo está proibindo tais atos. Ele vê esse comportamento como evidência de uma mente corrompida que se afastou de Deus e foi entregue por Ele à degeneração moral.

Então a Bíblia é muito clara no que diz respeito ao comportamento homossexual. É contrário ao plano de Deus e é pecado. Mesmo que não existissem todas essas passagens explícitas que lidam com os atos homossexuais, tais atos ainda seriam proibidos sob o mandamento "Não adulterarás". O plano de Deus para a atividade sexual humana é reservado para o casamento: qualquer atividade sexual fora da segurança dos laços matrimoniais - seja sexo pré-matrimonial ou extraconjugal, homo ou heterossexual - é proibida. O sexo foi desenhado por Deus para o casamento.

Alguém pode dizer que, já que Deus fez o sexo para o casamento, então vamos permitir que os homossexuais se casem, para que não estejam cometendo adultério! Mas essa sugestão é uma interpretação completamente errada da intenção de Deus para o casamento. Na história da criação em Gênesis, nos é dito como Deus fez a mulher como uma auxiliadora ideal ao homem, o complemento perfeito dado por Deus. Então é dito: "Por essa razão, deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se ambos uma só carne". Esse é o padrão de Deus para o casamento e, no Novo Testamento, Paulo cita essa passagem e então diz: "Grande é este mistério; digo-o, porém, a respeito de Cristo e da igreja" (Ef. 5.32). Paulo diz que a união entre o homem e sua mulher é um símbolo vivo da unidade entre Cristo e seu povo, a Igreja. Quando pensamos nisso, podemos ver que terrível sacrilégio, que desprezo pelo plano de Deus, é a união homossexual. Isso ataca a intenção de Deus para a humanidade no momento da criação.

O que foi dito acima também demonstra o quão bobo é quando algum defensor da homossexualidade diz: "Jesus nunca condenou o comportamento homossexual, então por que deveríamos condenar?". Jesus não mencionou especificamente muitas coisas que sabemos que são erradas, tais como bestialidade ou tortura, mas isso não significa que ele as aprovou. O que Jesus faz é citar Gênesis para afirmar o padrão de Deus para o casamento como base de seu próprio ensinamento sobre o divórcio. Em Marcos 10.6-8, Ele diz: "Porém, desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea. Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher, e serão os dois uma só carne; e assim já não serão dois, mas uma só carne." Dois homens se tornando uma só carne no intercurso homossexual seria uma violação da ordem e intenção de Deus. Ele criou homem e mulher para serem indissoluvelmente unidos no casamento, não dois homens ou duas mulheres.

Para recapitular, então, a Bíblia clara e consistentemente proíbe a atividade homossexual. Então se a vontade de Deus é expressa na Bíblia, daí se segue que o comportamento homossexual é contrário à vontade de Deus.

Mas suponha que alguém negue o ponto (2) que a vontade de Deus é expressa na Bíblia. Suponha que ele diga que as proibições contra o comportamento homossexual eram válidas para aquele tempo e aquela cultura, mas não são mais válidas hoje. Afinal, a maioria de nós provavelmente concordaria que certos mandamentos na Bíblia são relativos à cultura. Por exemplo, a Bíblia diz que as mulheres cristãs não deveriam usar jóias e os homens não deveriam ter cabelos compridos. Mas a maioria de nós diria que apesar desses mandamentos terem uma essência atemporal - por exemplo, a regra de se vestir modestamente - esse príncipio pode ser expresso diferentemente em diferentes culturas. Da mesma forma, algumas pessoas estão dizendo que as proibições da Bíblia contra o comportamento homossexual não são mais válidas para nossos dias e Era.

Mas eu penso que essa objeção representa um sério erro de interpretação. Não há evidência de que o mandamento de Paulo em relação aos atos homossexuais sejam culturalmente relativos. Longe de ser um reflexo da cultura no qual ele escreveu, os mandamentos de Paulo eram totalmente contra-culturais! A atividade homossexual era difundida na Grécia antiga e na sociedade Romana, como é hoje nos Estados Unidos, e, ainda assim, Paulo se posicionou contra a cultura e se opôs a ela. Mais importante, temos visto que as proibições da Bíblia contra a atividade homossexual estão enraizadas, não na cultura, mas no padrão estabelecido por Deus para o casamento logo na criação. Você não pode negar que a proibição da Bíblia sobre as relações homossexuais expressam a vontade de Deus, a menos que rejeite também que o próprio casamento represente a vontade de Deus.

Bem, suponha que alguém diga: "Eu acredito em Deus, mas não no Deus da Bíblia. Por isso eu não acredito que a Bíblia expressa a vontade de Deus." O que você diria a essa pessoa?

Parece-me que existem duas formas de responder. Primeiro, você poderia tentar mostrar para ela que Deus se revelou na Bíblia. Essa é a tarefa da apologética cristã. Você pode falar sobre as evidências para a ressurreição de Jesus ou profecias cumpridas. As Escrituras nos ordenam a ter tal defesa pronta para compartilhar com qualquer um que nos perguntar por que acreditamos no que acreditamos (1Pe 3.15).

Ou segundo, você pode tentar mostrar que o comportamento homossexual é errado apelando para verdades morais aceitas pela maioria, que mesmo pessoas que não crêem na Bíblia aceitam. Enquanto essa abordagem é mais difícil, todavia, eu acredito ser crucial se nós, cristãos, quisermos impactar nossa cultura contemporânea. Vivemos em uma sociedade que é cada vez mais secular, cada vez mais pós-Cristã. Não podemos apenas apelar para a Bíblia se quisermos influenciar os legisladores, ou as escolas públicas, ou outras instituições, já que a maioria das pessoas não acredita mais na Bíblia. Devemos apresentar razões que tenham um apelo maior.

(Luiz Mott Considerado como o "papa" dos homossexuais brasileiros confessa que teve relações homossexuais com mais de 500 parceiro)


Por exemplo, eu acho que muitas pessoas concordariam com o princípio de que é errado se envolver em comportamento auto-destrutivo. Pois tal comportamento destrói o ser humano que é inerentemente valioso. Assim, muitas pessoas, eu acho, diriam que é errado se tornar alcoólico ou fumante viciado. Elas diriam que é bom comer bem e se exercitar. Além do mais, eu acho que quase todo mundo concordaria com o príncipio de que é errado se envolver em comportamento que prejudique uma outra pessoa. Por exemplo, nós restringimos os fumantes a certas áreas para que outras pessoas não inalem fumaça passivamente, e formulamos leis contra a embriaguez na direção para que pessoas inocentes não se machuquem. Quase todo mundo concorda que você não tem direito de se envolver em comportamento que seja destrutivo a outro ser humano.

Mas não é difícil demonstrar que o comportamento homossexual é um dos comportamentos mais auto-destrutivos e prejudiciais que uma pessoa pode se envolver. O fato não é publicamente divulgado. Hollywood e a mídia, inflexivelmente, tendem a colocar um ar de alegria sobre a homossexualidade, enquanto na verdade é um estilo de vida depressivo, perturbador e perigoso, tão viciante e destrutivo quanto o alcoolismo ou o fumo. Mas as estatísticas que eu vou compartilhar com você estão bem documentadas pelo Dr. Thomas Schmidt no seu memorável livro "Straight and Narrow?".

Para começar, existe uma quase compulsiva promiscuidade associada com o comportamento homossexual. 75% dos homens homossexuais têm mais de 100 parceiros durante toda a vida. Mais da metade desses parceiros são estranhos. Apenas 8% dos homens homossexuais e 7% das mulheres homossexuais têm relacionamentos que duram mais de três anos. Ninguém sabe a razão dessa promiscuidade estranha e obsessiva. Pode ser que os homossexuais estejam tentando satisfazer uma profunda necessidade psicológica através das relações sexuais, necessidade que nunca é satisfeita. Homens homossexuais têm em média 20 parceiros por ano. De acordo com o Dr. Schmidt:

"O número de homens homossexuais que experimenta algo como fidelidade vitalícia se torna, falando estatisticamente, quase sem sentido. A promiscuidade entre homens homossexuais não é um simples estereótipo, e não é simplesmente a experiência majoritária - é praticamente a única experiência. Fidelidade vitalícia é quase não-existente na experiência homossexual".

Aliada à promiscuidade compulsiva, o uso de drogas é difundido entre os homossexuais para aprofundar suas experiências sexuais. Os homossexuais de um modo geral são três vezes mais propensos a terem problemas com bebidas do que a população média. Estudos revelam que 47% dos homens homossexuais têm um histórico de abuso de álcool e 51% têm um histórico de abuso de drogas. Há uma correlação direta entre o número de parceiros e o nível de drogas consumidas.

Além do mais, de acordo com Schmidt, "Existem enormes evidências de que algumas desordens mentais ocorrem com muito mais frequência entre homossexuais". Por exemplo, 40% dos homens homossexuais tem um histórico de depressão profunda. Os homens de um modo geral apresentam um histórico de depressão de apenas 3%. De forma similar, 37% das mulheres homossexuais têm um histórico de depressão. Isso leva a um alto índice de suícidio. Os homossexuais são três vezes mais propensos a tentativas de suícidio do que a população média. De fato, homens homossexuais tem um índice de tentativa de suícidio seis vezes maior do que dos homens heterossexuais, e as mulheres homossexuais tentam se suicidar duas vezes mais do que mulheres heterossexuais. Nem a depressão nem o suícidio são os únicos problemas. Os estudos revelam que os homossexuais são mais propensos à prática de pedofilia do que os homens heterossexuais. Qualquer que seja a causa dessas desordens, o fato é que qualquer um que considere a possibilidade de se envolver num estilo de vida homossexual não pode se iludir sobre onde ele está entrando.

Outro segredo bem guardado é quão fisicamente perigoso o comportamento homossexual é. Não vou descrever o tipo de atividade sexual praticada pelos homossexuais, mas deixe-me dizer que nossos corpos, macho e fêmea, foram desenhados para o intercurso sexual de uma forma que os corpos de dois homens não foram. Como resultado, a atividade homossexual (80% é de homens) é muito destrutiva, resultando em problemas como danos à prostáta, úlceras e rupturas, incontinência crônica e diarréia.

Além desses problemas físicos, as doenças sexualmente transmissiveís são muito disseminadas entre a população homossexual. 75% dos homens homossexuais têm uma ou mais doenças sexualmente transmissíveis, não incluindo a AIDS. Isso inclui todo o tipo de infecções não-virais como gonorréia, sífilis, infecções bacterianas e parasitas. Também é comum entre os homossexuais doenças virais como herpes e hepatite B (que afeta 65% dos homens homossexuais), ambas sendo incuráveis, bem como a hepatite A e verrugas anais, que afetam 40% dos homens homossexuais. E eu sequer incluí a AIDS. Talvez a mais chocante e terrível estatística é que, deixando de lado aqueles que morrem devido a AIDS, a expectativa de vida do homem homossexual é de 45 anos, aproximadamente. E a do homem comum é de 70 anos.Se você incluir aqueles que morrem de AIDS, que agora afeta 30% dos homens homossexuais, a expectativa de vida cai para 39 anos de idade.

Então, eu acredito que se pode fazer uma boa defesa de que o comportamento homossexual é errado, apenas baseando-se em príncipios morais aceitos universalmente. Assim, totalmente à parte da proibição Bíblica, existem boas razões para considerar a atividade homossexual como errada.

Isso tem importantes implicações para a política pública em relação ao comportamento homossexual. Pois políticas e leis públicas são baseadas em princípios morais aceitos por todos. É por causa disso, por exemplo, que temos leis que regulam a venda de bebidas alcoólicas de várias formas, ou leis proibindo o jogo, ou restringindo o fumo. Essas restrições sobre a liberdade individual são impostas para o bem comum. Da mesma forma, alguns estados, como nosso estado da Geórgia, têm leis proibindo a sodomia, e a Suprema Corte afirmou que tais leis são constitucionais. Embora essas leis não sejam obrigatórias, elas são legais à luz do risco apresentado por tal comportamento.

Agora, em outros casos, leis obrigatórias em relação à homossexualidade podem ser propostas e os Cristãos tem que pensar bem sobre isso em relação aos indivíduos. Por exemplo, um Cristão pode não ver nenhuma razão para que não seja dada oportunidade igual de compra e aluguel de imóveis para pessoas que são homossexuais. Mas eu posso imaginar que um Cristão pode apresentar um projeto de lei contra as oportunidades de trabalho iguais para homossexuais. Pois alguns empregos podem ser inapropriados para tais pessoas. Por exemplo, você gostaria que uma lésbica praticante fosse a professora de educação física da sua filha na escola? Você gostaria de que o técnico do seu filho fosse um homossexual que entrasse no vestiário junto com os garotos? Eu não apoiaria uma lei que forçasse as escolas públicas a contratar essas pessoas.

Ou, novamente, as aulas de saúde das escolas públicas deveriam ensinar que a homossexualidade é um estilo de vida legítimo, ou será que os estudantes deveriam ler "Heather has Two Mommies" (Heather tem duas mamães)? As uniões homossexuais devem ser reconhecidas como sendo tão legais quanto os casamentos homossexuais? Deveria se permitir que os homossexuais adotassem crianças? Em todos esses casos, se pode argumentar a favor de restrições às liberdades homossexuais, se baseando no bem público e na saúde pública geral. Não é uma questão de impor os valores pessoais de alguém sobre outro alguém, visto que isso se baseia nos mesmos príncipios morais que são usados, por exemplo, para banir o uso de drogas ou restringir o uso de armas. A liberdade não significa licença para se envolver em ações que possam prejudicar aos outros.

Recapitulando, vimos que, primeiro, o certo e errado existem porque se baseiam em Deus. Então se quisermos saber o que é certo ou errado, devemos ver o que Deus diz sobre isso. Segundo, vimos que a Bíblia consistentemente e claramente proíbe os atos homossexuais, assim como proíbe todo o ato sexual fora do matrimônio. Terceiro, vimos que as proibições bíblicas em relação a tais comportamentos não podem ser explicadas à luz do contexto cultural nas quais foram escritas, porque tais proibições estão pautadas no plano divino para o casamento homem-mulher. Além do mais, mesmo à parte da Bíblia, existem príncipios morais universalmente aceitos que indicam que o comportamento homossexual é errado.

Agora, que aplicações práticas isso tem para todos nós como indivíduos?

Primeiro, se você é um homossexual ou tenha essa inclinação, se mantenha puro. Se você não é casado, deve praticar abstinência de toda atividade sexual. Eu sei que isso é difícil, mas o que Deus está pedindo que você faça é simplesmente o mesmo que ele requer de todas as pessoas solteiras. Isso significa não só manter seu corpo puro, mas especialmente sua mente. Assim como o homem heterossexual deve evitar a pornografia e a imaginação, você, também, precisa manter sua vida e pensamento limpos. Resista à tentação de racionalizar o pecado dizendo "Deus me fez assim". Deus deixou muito claro que ele não quer que você ceda aos seus pecados, mas sim que você O honre mantendo o corpo e a mente puros. Finalmente, procure aconselhamento profissional cristão. Com tempo e esforço, você pode vir a usufruir de relações normais e heterossexuais com sua esposa. Há esperança.

Segundo, para aqueles que são heterossexuais, precisamos nos lembrar que ser homossexual não é nenhum pecado. A maioria dos homossexuais não escolheu tal orientação e gostaria de mudar, se pudesse. Precisamos aceitar e apoiar carinhosamente irmãos e irmãs que lutam com esse problema. E, em geral, precisamos estender o amor de Deus a essas pessoas. Palavras vulgares e piadas sobre homossexuais jamais devem passar pelos lábios de um cristão. Se você se encontrar tendo prazer quando alguma aflição cai sobre um homossexual, ou se tem sentimentos de ódio aos homossexuais, então você precisa refletir bastante e com afinco nas palavras de Jesus relatadas em Mateus: "Em verdade vos digo que, no dia do juízo, haverá menos rigor para Sodoma e Gomorra do que para você" (Mt. 10.15; 11.42).

por Dr. William Lane Craig

Fonte: http://www.pranselmomelo.com.br/2010/12/uma-perspectiva-crista-sobre.html

A farsa no uso do termo Homofobia por Vanessa Reis

Mídia brasileira segue confundindo a população sobre significado de homofobia.

Vanessa Reis - Estudande de Jornalismo

Se não houvesse um viés esquerdista na mídia, sites como este e este e este abordariam as notícias referentes ao Projeto de lei PLC 122/2006 com mais honestidade. Citariam que por trás de toda ditadura do politicamente correto há interesses políticos de acabar com a liberdade dos cidadãos, principalmente dos homossexuais. Não utilizariam o termo homofobia de forma enganosa.

Felipe Pena diz que a falta de articulação entre passado e presente e a visão do tempo como momentos isolados desencadeia uma esquizofrenia nos tempos modernos. Desse modo, o referente histórico se torna inacessível e a realidade histórica é apresentada como ideias e imagens espetacularizadas.

Assim, a mídia segue a favor da maré, enquanto sua obrigação seria justamente investigar. Apelando para a História, o que se sabe é que Estados totalitários começaram assim, forjando o aumento de poder de grupos como o movimento gay para depois bani-los totalmente. Em Cuba os homossexuais são presos devido a sua opção sexual. O que dizer do Irã, então? É preciso relacionar a falta de liberdade nesses locais com o esquerdismo de seus líderes para melhor compreender o que se passa.

O termo homofobia foi criado pelo psiquiatra George Weinberg, no livro Society and the Healthy Homosexual (New York, St, Martin’s Press, 1972) para designar o complexo emocional que, no seu entender, seria a causa da violência criminosa contra homossexuais.

Até hoje os apologistas do movimento gay não entraram num acordo sobre se existe ou não a homofobia como entidade clínica, comprovada experimentalmente. Uns dizem que sim, outros que não.

O que é absolutamente impossível provar, por meios experimentais ou por quaisquer outros, é que toda e qualquer rejeição à conduta homossexual seja, na sua origem e nas suas intenções profundas, substancialmente idêntica ao impulso assassino voltado contra homossexuais.

Resumindo, homofobia é o ódio que leva à violência, necessariamente. Críticas, piadinhas, olhares de estranhamento ou reprovação, comentários de quaisquer tipos, feitos inocentemente ou não, não são práticas homofóbicas, ao contrário do que a mídia propaga. Assim, o termo entra no vocabulário da população menos esclarecida (incluindo aí aqueles que se julgam super bem informados) de forma errônea e útil aos grupos que planejam segregar a população e utilizar a militância para fins políticos.

“Homofóbico” é termo que só pode ser usado de maneira descritiva e neutra quando referido estritamente aos criminosos que o dr. Weinberg tinha em vista ao cunhar a expressão. Aplicado a quaisquer outras pessoas, é propositadamente pejorativo e insultuoso. Foi calculado para ferir, humilhar, rebaixar, intimidar – e, pior ainda, para fazer tudo isso com base na inflação metafórica de um termo médico que nem mesmo na sua acepção originária correspondia a uma realidade comprovada. Não é só um insulto. É um insulto e uma fraude. Mas, uma vez que o uso repetido tenha dessensibilizado o público de modo a que ele não perceba a fraude, passa-se à etapa seguinte do embuste: associada a mera expressão racional de opiniões a uma conduta psicopática e assassina, trasmuta-se o sentido metafórico em sentido literal, e a suposição insultuosa se torna prova do crime: toda e qualquer objeção às exigências do movimento gay será punida com pena de prisão. (Para ler mais)

Fonte: http://www.portal3.com.br/hotsites/jornalismoonline2/a-farsa-no-uso-do-termo-homofobia/

O Brasil rumo à ditadura homossexual por Luiz Sérgio Solimeo

Um projeto de lei, já aprovado na Camara dos Deputados do Brasil e que se encontra em discussão no Senado, nos dá uma idéia do tipo de ditadura que o Movimento Homossexual pretende impor ao mundo cristão.

Se esse projeto se transformar em lei ele punirá, com pena de prisão, todo aquele que criticar a prática ou a ideologia homossexual. Isto daria grande força para o movimento homossexual pelo mundo afora, reforçando o mesmo nos diversos países.

Ao mesmo tempo, tal projeto desmascara os verdadeiros objetivos do movimento homossexual, o que é de suma importância para todos aqueles que, por toda a parte, amam a liberdade.

Perseguição religiosa

O bispo de Dourados, no Estado de Mato Grosso do Sul, Dom Redovino Rizzardo, escrevendo sobre esse projeto de lei advertiu:

"O Senado Federal está apreciando o Projeto de Lei 122/2006, destinado a proteger a quem opta por atitudes e práticas homossexuais. ... Se aprovado, o projeto criará situações constrangedoras para a Igreja Católica que, em seu proceder, procura se pautar pelo Evangelho. Assim, um sacerdote que, em sua homilia, condenar o homossexualismo, poderá ser julgado por 'ação constrangedora de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica'. A decisão do reitor de não admitir no seminário um candidato homossexual poderá lhe acarretar de três a cinco anos de reclusão."[1]

Homossexualismo não é fonte de direitos

O Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz − que se tem destacado no combate ao aborto e ao homossexualismo − publicou significativo artigo contra o projeto de lei, inserindo-o numa perspectiva mais ampla: a sistemática ofensiva do governo do atual presidente socialista do Brasil − Luís Inácio Lula da Silva − contra a vida e contra a família, em oposição frontal a princípios fundamentais da moral católica.

Em seu artigo, sob o título O governo Lula e o combate à castidade, Pe. Lodi estabelece o nexo entre o movimento abortista e o movimento homossexual:

"No governo Lula, a causa pró-aborto — que ataca diretamente a vida humana — anda de mãos dadas com a causa pró-homossexualismo — que ataca frontalmente a virtude da castidade, sobre a qual se funda a família. Desde o início de 2003, o governo vem fazendo todo o possível, seja internamente, seja perante a comunidade internacional (ONU e OEA), para glorificar o homossexualismo e tratar como criminosos ("homofóbicos") os que se opõem à conduta homossexual." [2]

Depois de fazer um elenco cronológico de todas as medidas do Governo Lula no sentido de favorecer o homossexualismo, o Pe. Lodi da Cruz analisa o atual projeto em discussão no Senado, o qual transformará o homossexualismo numa fonte de privilégio:

"Que significa isso? Que além dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal a todas as pessoas, os praticantes do homossexualismo terão direitos em virtude do homossexualismo por eles praticado. O projeto pretende dar aos homossexuais direitos, não na qualidade de pessoas, mas na qualidade de homossexuais. Ora, o homossexualismo (entendido como prática da conjunção carnal entre pessoas do mesmo sexo) é um vício contra a natureza, que não pode acrescentar direito algum a alguém."[3]

O vício transformado em fonte de mérito

Por seu lado, a advogada Maria das Dores Dolly Guimarães pondera que, de acordo com o projeto, "o homossexualismo deixará de ser um vício para ser um mérito. E quem ousar criticar tal conduta será tratado como criminoso." [4]

"Os primeiros a sofrerem perseguição serão os cristãos", enfatiza a advogada, que é presidente da Federação Paulista dos Movimentos em Defesa da Vida.

Ela exemplifica com alguns artigos do projeto de lei:

"A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno ('manifestação de afetividade') por homossexuais (art. n.º 7)". Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças, após descobrir que ela é lésbica (art. n.º 4).

"A conduta de um sacerdote que, em uma homilia, condenar o homossexualismo poderá ser enquadrada no artigo n.º 8: 'ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica'", acrescenta, acentuando que "o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual poderá ser condenado a 3 a 5 anos de reclusão (art. n.º 5)."[5]

"Lei da Mordaça Gay"

Esse projeto de lei está sendo conhecido no Brasil como "Lei da Mordaça Gay", uma vez que, caso aprovado, tornará ilegal qualquer condenação ou crítica que se faça à prática homossexual.

Esse é justamente o tílulo do estudo do advogado Paulo Medeiros Krause: A lei da mordaça gay, os superdireitos gays, inconstitucionalidade e totalitarismo[6], no qual afirma:

"O projeto é flagrantemente inconstitucional e significa a implantação do totalitarismo e do terrorismo ideológico de Estado, com manifesta violação dos direitos à igualdade, à livre manifestação do pensamento, à inviolabilidade da liberdade de consciência e de crença, à não-discriminação por motivos de crença religiosa, convicção filosófica e política, e ao devido processo legal material ou substantivo (art. 5.º, caput, IV, VI, VIII, LIV, da Constituição)."[7]

Em outro artigo sobre o mesmo tema, o Dr. Krause mostra o aspecto ideológico marxista subjacente ao projeto em questão:

"O que está por trás realmente do projeto de lei de homofobia é a tentativa de impor a todos o dogma da moralidade ou naturalidade do homossexualismo, que não é científico, mas de origem ideológica, marxista, tornando-se penalmente punível a contestação a essa pretensa verdade. Nada mais truculento. Nada mais inadmissível. Trata-se de evidente policiamento ideológico. .... Por certo, a lei não poderia obrigar quem quer que fosse a aceitar o dogma da infalibilidade papal. Todavia, almeja-se impor aos brasileiros o dogma da infal ibilidade de Erich Fromm e Herbert Marcuse."[8]

Homossexualidade não é "gênero", é conduta

O Prof. Uziel Santana, da Universidade Federal do Sergipe, explica de maneira simples e categórica o porque a "Lei da Mordaça Gay" é inconstitucional:
"Por que o Projeto de Lei 122/2006 é inconstitucional? É inconstitucional porque a Constituição Federal estabelece, no art. 5º, como direito e garantia fundamental, que, primeiramente, "homens" e "mulheres" são iguais em direitos e obrigações, de modo que a Constituição não reconhece um terceiro gênero: o homossexual. E, se assim o é, como um projeto de lei ordinária pode tentar estabelecer super-direitos e a impossibilidade absoluta de crítica a um grupo de pessoas que, enquanto homossexuais, nem reconhecidos são pela Constituição? Para a Magna Carta, queiram eles ou não, estes são homens ou mulheres."[9]

Implantação de um regime policial

Podemos concluir esta resenha sobre o perigo que corre o Brasil de se transformar na primeira Ditadura Homossexual do mundo, com as seguintes considerações do já citado bispo de Dourados, Dom Revidio Rizzato:

"Pelo que tudo indica, a partir da vigência do decreto de lei, além dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal a todos os cidadãos brasileiros, os homossexuais terão privilégios e benesses que derivam de sua opção sexual. Em contrapartida, todos aqueles que não se conformam com comportamentos homossexuais, deverão silenciar ou preparar-se para ocupar uma cela em algum presídio do país."[10]

Notas:

Telefone para o seu Senador manifestando seu repúdio à Lei Da Mordaça. Insista para que ele se oponha à aprovação pelo Senado do PLC 122/2006. A ligação (grautita) para o Senado pode ser feita através do número

0800 61 22 11. Ou mande sua mensagem eletrônica: http://www.senado.gov.br/sf/senado/centralderelacionamento/sepop/?page=alo_sugestoes&area=alosenado

Divulgação: http://www.juliosevero.com/

Notas:

[1] Dom Redovino Rizzardo, cs, Quem são os discriminados? "Diário M.S.", Quinta-feira, 03 de Julho de 2008, at http://www.diarioms.com.br/leitura.php?can_id=15&id=77078#

[2] Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, O governo Lula e o combate à castidade at http://www.providaanapolis.org.br/govlucas.htm

[3] Lodi da Cruz, Art. cit.

[4] http://dihitt.com.br/noticia/lei-da-homofobia-no-senado-para-aprovacao-polemica/quem_votou?r=

[5] http://dihitt.com.br/noticia/lei-da-homofobia-no-senado-para-aprovacao-polemica/quem_votou?r=

[6] Paulo Medeiros Krause: A lei da mordaça gay, os superdireitos gays, inconstitucionalidade e totalitarismo at http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=OPINIAO&id=opi0272

[7] Krause: A lei da mordaça gay.

[8] Paul Medeiros Krause, A inconstitucionalidade do projeto de lei da homofobia (PLC nº 122/2006) e o estado totalitário marxista, at http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=10468

[9] Paulo Medeiros Krause: A lei da mordaça gay, os superdireitos gays, inconstitucionalidade e totalitarismo at http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=OPINIAO&id=opi0272

[10] Krause: A lei da mordaça gay.

[11] Paul Medeiros Krause, A inconstitucionalidade do projeto de lei da homofobia (PLC nº 122/2006) e o estado totalitário marxista, at http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=10468

Fonte: http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/7012-o-brasil-rumo-a-ditadura-homossexual.html

GAYS MATAM MENINO DE 6 ANOS DURANTE RELAÇÃO SEXUAL

É surpreendente quando se tem o hábito de guardar os recortes de jornais, para consultá-los depois de muitos anos, mostrando certas evidências raramente expostas. Foi quando descobri, entre os meus recortes, essa notícia, que saiu no jornal O Estado de São Paulo, do dia 25 de agosto de 1993. Veja a transcrição abaixo:

“Homossexuais são condenados pela morte de menino de 6 anos"

O garoto, que era criado pelos dois, foi morto em 1991 durante relação sexual

GUARATINGUETÁ - Em julgamento que começou na segunda-feira e só terminou na noite de anteontem, em Guaratinguetá, cidade paulista localizada no Vale do Paraíba, os homessexuais Hélcio Fabiano de Souza e Antônio Carlos Barbosa foram condenados a 29 e 13 anos de prisão, respectivamente, pela morte de um menino de 6 anos. O crime ocorreu no dia 26 de junho de 1991, no então distrito de Potim (hoje transformado em cidade) e revoltou a população local. Souza e Barbosa foram presos quatro dias depois do crime.

Souza e Barbosa viviam juntos e criavam o menino Mauro Jacinto, com o qual costumavam manter relações sexuais. Durante uma dessas relações, Souza socou a cabeça do menino contra a cama, provocando-lhe traumatismo craniano e morte cerebral.

A advogada de defesa de Souza, Iara Cristina Dixon Moreira de Godoy, tentou desclassificar os delitos cometidos por seu cliente. Alegou que ele não poderia ser condenado por ter problemas mentais.

A advogada pretendia que Souza fosse incurso apenas no crime de lesão corporal seguida de morte, que o condenaria a uma pena menor. O júri não aceitou a tese da defesa e pediu a pena máxima.

O advogado de defesa de Barbosa, Alberto Kalhill, negou que seu cliente tivesse participado da morte do menino. Mas a promotora Benedita Moura dos Santos Azevedo alegou que Barbosa também abusava sexualmente do menor há muito tempo, inclusive no dia do crime.

Souza recebeu pena somada de 29 anos, 5 meses e 15 dias, pela prática de três delitos. Ele foi condenado por atentado violento ao pudor em continuidade demitiva contra criança, recebendo a pena de 13 anos, 1 mês e 15 dias. Pelo crime de homicídio qualificado contra criança foi condenado a 16 anos de prisão em regime fechado e por crime de lesão corporal contra criança, mais quatro meses de prisão. Barbosa, seu companheiro, foi condenado apenas pelo crime de atentado violento ao pudor em continuidade demitiva contra criança, recebendo a pena de 13 anos, 1 mês e 15 dias de prisão em regime fechado. (Transcrição integral) (Jefferson Mello - O Estado de São Paulo - Cidades - 25 de agosto de 1993, p. 2. Quarta-feira) ”

Existem outros recortes, mas que na época não tive o cuidado de fazê-lo. Isto é, nos tempos em que casos de pedofilias não eram conhecidos pela maioria da população, e quando a mídia se afloxoudivulgava com mais liberdade certos casos do que hoje. Naquela ocasião, eu sabia que por mais imparcial que seja a imprensa, e idealista que seja o jornalista, todos somos de uma certa forma manipulados. E a oportunidade que tivemos em um dado momento, podemos não tê-la em um outro. Portanto, guardar os registros sempre é um procedimento importante. Creio que perdi muitas dessas oportunidades.

Mas aqui entra uma questão que pouquíssimos consideram: Há uma relação entre homossexualidade e pedofilia. Ainda que muitos dizem que não tem nada a ver. Na verdade, muitas experiências homossexuais começaram na infância. Casos de iniciação pedófila levam à homossexualidade. A título de observação, quais são os vocabulários para definir os homossexuais?

Muitos chamam-os de gays ou simplesmente homossexuais. Sendo as expressões bicha e viado consideradas ofensivas. Eu prefiro o termo original. O mais antigo a meu ver, e que é bíblico: Sodomitas, justamente porque provém da cidade de Sodoma. Mas poucos conhecem uma outra palavra, ou até pareceu que foi esquecida:Pederastia. Isto é, o termo pederasta é o sinônimo de homossexual. Detalhe é que no meu Minidicionário da Língua Portuguesa (o Aurélio),pederastia significa homossexualismo masculino.

Acontece que o prefixo ped da palavra pederastia é de origem grega, de paids, e que significa “criança”. De onde vem as palavraspediatria, pedagogia, pedagogo e por fim, pedofilia e pedófilo. Se naquele tempo usavam esse prefixo no vocabulário para definir um homossexual, é porque já era de conhecimento a relação pervertida entre homens e meninos.

Existe um projeto do movimento gay, cuja finalidade é de levar a sociedade a permitir relações homossexuais entre homens e meninos. Organizações como a NAMBLA, nos EUA, tem como meta, abolir as restrições de modo que seja permitido ter relações sexuais com meninos de 8 anos de idade. Veja no blog de Julio Severo, onde são apresentadasos dados sobre casos de estupros de meninos, as metas do NAMBLA e as fontes de pesquisas:


Onde começou tudo isso


Ao que tudo indica, foi com o Relatório Kinsey (Alfred Charles Kinsey), que inspirou várias figuras importantes como o filósofo Rene Guyon (pedófilo), Dr. Harry Benjamin e entre outras, Hugh Hefner, o criador da revista Playboy. Essa revista foi (ou continua sendo) utilizada por pedófilos, como primeiros passos para atrair as crianças. Veja mais detalhes em http://www.desafiodasseitas.org.br/m-26.htm

(1), onde apresenta o questionamento das pesquisas feitas por Kinsey.

(1)Caso não consiga acessar o site, tente o cache do Google.

Na verdade, o Relatório Kinsey influenciou toda uma geração, seus costumes e pensamentos sobre a sexualidade. Foi graças a ele que a APA (Associação Psiquiátrica Americana) removeu o homossexualismo da categoria de desordens de seu Manual Estatístico e Diagnóstico de Desordens Psiquiátricas.

Segundo a psicóloga Rozângela Alves Justino, o Conselho Federal de Psicologia (Rio de Janeiro) é constituído por muitos homossexuais deliberando em causa própria. E segundo as normativas desse Conselho, está proibido para um psicólogo tratar a homossexualidade como um transtorno psíquico. Ela mesma foi censurada por ter essa postura, e de oferecer terapia de cura para quem que a procura para o tratamento (Revista Veja, 12 de agosto de 2009, p. 15).

Na verdade, Rozângela está proibida pelo Conselho Federal de Psicologia de dar o parecer (profissional) sobre a homossexualidade como distúrbio psicológico. Ela, no entanto, se posiciona de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), que diz que a homossexualidade pode ser um transtorno, e que portanto, sujeito ao tratamento. Veja suas frases, tiradas da revista:

“Normalmente as pessoas que me procuram para alterar a orientação sexual homossexual são aquelas que estão insatisfeitas. Muitas, depois de uma relação homossexual, sentem-se mal consigo mesmas. Elas podem até sentir alguma forma de prazer no ato sexual, mas depois ficam incomodadas. Aí vão procurar tratamento.” (...) “A própria pedofilia, o exibicionismo, o voyeurismo podem vir atrelados ao homossexualismo. E têm tratamento. Quando utilizamos as técnicas para minimizar esses problemas, a questão homossexual fica mínima, acaba regredindo.” (...) “Conheço pessoas que deixaram as práticas homossexuais. E isso lhes trouxe conforto. Perderam a atração homossexual, que foi se minimizando. Deixaram de sentir o desejo por intermédio da psicoterapia e por outros meios.” (...) “Eu conheço gente que mudou a orientação sem nem precisar de psicólogo. Elas procuraram grupos de ajuda e amigos e conseguiram deixar o comportamento indesejado.”

O artigo é interessante. Mas particularmente a foto dela, escondida atrás de uma máscara cirúrgica e de um par de óculos escuros, é ridícula. Mesmo sabendo que é uma forma de se proteger, porque sente-se ameaçada pelas suas opiniões. Isto é, de fato ela é discriminada por isso.

As Paradas Gays

Ao que tudo indica, os movimentos gays estão avançando muito nos seus projetos, inspirados ao NAMBLA e outros grupos homossexuais principais no mundo afora. Por exemplo, as paradas gays aos poucos vão ganhando a confiança e o apoio dos heterossexuais. Pais levam seus filhos crianças para assistirem ao evento. No ano passado, fiz essas fotos, do evento ocorrido na Av. Paulista:

Acredite: A gravata não foi “colocada” lá. De fato o sujeito deixou-a nessa posição.


Menino observando a parada gay na Rua da Consolação.



Suposta mãe com sua filha se divertindo durante o desfile da parada gay.Fonte Via: http://www.pranselmomelo.com.br/2011/03/gays-matam-menino-de-6-anos-durante.html


A Rede Globo de TV fez nesse sábado, à véspera da Parada Gay, uma vasta publicidade do evento (nos programas de notícias), e que a cada ano vem aumentando em número de freqüentadores. A finalidade da Parada Gay é muito mais do que conseguir os novos defensores da causa dos homossexuais, e congêneres. Eles têm por objetivo, conseguir a criminalização da homofobia. Isto é, todos aqueles que se posicionam contra a postura sodomita serão sujeitos às punições. Basta expor a sua opinião contrária à homossexualidde,mesmo que seja de maneira mais respeitosa possível, e você poderá ser preso. Na verdade, se a lei PLC 122/2006 for aprovada, isso significa o começo de uma censura: A lei da mordaça gay.
Veja os seguintes links :http://www.clubjus.com.br/cbjur.php?artigos&ver=2.10584 

(Vanessa Reis, estudante de jornalismo). Tem um link que leva ao site de Olavo de Carvalho:• A farsa do uso do termo homofobia(Vanessa Reis, estudante de jornalismo).



• Metáfora punitiva


Outros links:


• PLC 122/06 (lei da mordaça gay): Fátima Cleide quer censura, multa e cadeia para quem contrariar homossexuais
http://liberdadedeexpressao.multiply.com/reviews/item/152

• O Brasil rumo à ditadura homossexual
http://intoleranciahomossexual.blogspot.com/2011/04/o-brasil-rumo-ditadura-homossexual-por.html

• Projeto de Lei nº 5003-b/2001 (crimes de homofobia) - a lei da mordaça gay, os superdireitos gays, inconstitucionalidade e totalitarismo
http://www.portaldafamilia.org.br/artigos/artigo602.shtml


http://luis-cavalcante.blogspot.com/2011/04/farsa-no-uso-do-termo-homofobia-por.html

Tem um link que leva ao site de Olavo de Carvalho:
• Metáfora punitiva


Outros links:


• O Brasil rumo à ditadura homossexual
http://intoleranciahomossexual.blogspot.com/2011/04/o-brasil-rumo-ditadura-homossexual-por.html



• Projeto de Lei nº 5003-b/2001 (crimes de homofobia) - a lei da mordaça gay, os superdireitos gays, inconstitucionalidade e totalitarismo


Na verdade, a Constituição brasileira garante os mesmos direitos aos homossexuais, gays e afins, no caso de violação dos seus direitos e das suas integridades. Isto é, qualquer um que se sente ofendido ou ameaçado, pode apelar-se à Constituição, e processar o ofensor ou qualquer um que ameaçasse a sua integridade física e moral (??). OProjeto Lei da Câmara (PLC 122/06) é, portanto, desnecessária.

Para finalizar...


Por que a relação sexual com a criança, preferencialmente meninos? Simplesmente para pervertê-lo, tirando-lhe o atributo natural, e que separa a diferença entre o homem e a mulher: A sua masculinidade a ser desenvolvida. A sexualidade é o elemento fundamental na formação do ser humano. Portanto, o desenvolvimento de uma sexualidade saudável é crucial. O problema é que muitos não concordam com o que é uma sexualidade saudável, normal. Não percebem que todos os valores humanos estão de uma certa forma interligados. A ética, as crenças e outros princípios em que devemos valorizar.


Isto é, se for adotado um comportamento sexual pervertido (o que muitos não concordam), trará grandes implicações nos demais valores adotados: A ética será pervertida, as crenças e os princípios igualmente serão pervertidos, sejam em graus maiores ou menores. E com toda a certeza não somente o que se considera como um amor saudável, mas todos os valores judaico-cristãos serão pervertidos. (*)


Ignoram o fato de que penetrar o pênis no ânus - órgão de onde sai todas os escrementos e toxinas do corpo -, correndo o risco de pegar uma infecção bacteriana (ou virótica), não pode ser normal. Pois, até a vagina da mulher, antes da penetração, se lubrifica com um fluido que elimina (ou reduz) a acidez, para facilitar a penetração e evitar a destruição dos espermatozóides. Tudo isso tem sabedoria. O sexo, nesse caso, percebe-se que é bonito. De outra forma é sujo, imundo. E traz complicações.

Fonte:Zadoque